MOSAICO DA ECONOMIA NORDESTINA

 APRESENTAÇÃO............................................................................5 

PARTE I - ASPECTOS DA ECONOMIA INDUSTRIAL, DO COMÉRCIO E DOS SERVIÇOS 

1 MATRIZ DE INSUMO-PRODUTO DO NORDESTE: DEMANDA FINAL DOMÉSTICA ... 9 
Antônio Ricardo de Norões Vidal; Francisco Raimundo Evangelista 

2 DINÂMICA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA NO NORDESTE ................... 39 
Allison David de Oliveira Martins; Airton Saboya Valente Júnior 

3 ZONAS DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO E COMÉRCIO EXTERIOR DO NORDESTE........................................................................ 51 Airton Saboya Valente Júnior 

4 INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DE PLÁSTICOS................................ 73 
Allisson David de Oliveira Martins 

5 PANORAMA DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA BRASILEIRA E NORDESTINA.. 97 
Fernando Luiz E. Viana; Wellington Santos Damasceno 

6 SHOPPING CENTERS: VANTAGENS COMPETITIVAS E POTENCIAL DE NEGÓCIOS...119 
José Varela Donato 

7 PANORAMA DO SETOR TURÍSTICO NO NORDESTE DO BRASIL– 2014........143 
Laura Lúcia Ramos Freire 

8 ATIVIDADE ECONÔMICA NO BRASIL E NO NORDESTE: ANÁLISE COMPARATIVA DO ÚLTIMO TRIMESTRE DE 2015 A PARTIR DE PROJEÇÕES DOS INDICADORES DE ATIVIDADE ECONÔMICA ..........................................................159 
Jacqueline Nogueira Cambota

PARTE 2 – ASPECTOS DA ECONOMIA RURAL 

9 ALGODÃO NO SEMIÁRIDO NORDESTINO: CARACTERIZAÇÃO E PERSPECTIVAS PARA A CADEIA PRODUTIVA ........................................................173 Jackson Dantas Coêlho; Acúrcio Alencar Araújo Filho; José Luciano Chagas Rabelo; George Alberto de Freitas 

10 PRODUÇÃO APÍCOLA NORDESTINA E OS EFEITOS DA SECA A PARTIR DE 2012 ..205 
Maria de Fátima Vidal 

11 MORANGO NA SERRA DA IBIAPABA (CEARÁ): PRODUÇÃO, TECNOLOGIA E MERCADOS ...........................................................................221 
Maria Simone de Castro Pereira Brainer; Maria de Fátima Vidal; Hellen Cristina Rodrigues Saraiva Leão; Luciano J. F. Ximenes 

12 AÇÚCAR E ÁLCOOL NO NORDESTE BRASILEIRO: PRODUÇÃO, MERCADOS E PERSPECTIVAS PARA O SETOR....................................................263 
Maria de Fátima Vidal 

13 PRONAF-AGROINDÚSTRIA E AGRICULTURA FAMILIAR: LIMITES DO FINANCIAMENTO NO NORDESTE ..................................................277 
Maria Odete Alves 

14 O CÓDIGO FLORESTAL E O CADASTRO AMBIENTAL RURAL ..................311 
Maria Simone de Castro Pereira Brainer; Maria de Fátima Vidal 

15 DINÂMICA ESPACIAL DO MERCADO DE TRABALHO DO AGRONEGÓCIO NO NORDESTE: UMA ANÁLISE A PARTIR DA ESTIMAÇÃO DA BASE DE MICRODADOS DA RAIS .............................................................351 
Hellen Cristina Rodrigues Saraiva Leão; Francisca Crisia Diniz Alves


BNB/ETENE

TCE-RN determina que Governo do Estado suspenda antecipação de royalties

O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) determinou de forma cautelar que o governador Robinson Faria se abstenha de realizar qualquer ato administrativo que implique em operação de crédito com antecipação de receitas de royalties. Caso já tenha sido editado qualquer ato administrativo com esse conteúdo, os seus efeitos ficam suspensos.

Segundo o voto do relator, conselheiro Francisco Potiguar Cavalcanti Júnior - que foi acatado pelos demais conselheiros na sessão do Pleno desta quinta-feira (09), com exceção do conselheiro Paulo Roberto Chaves Alves, que alegou suspeição - o Governo não poderá “realizar qualquer ato administrativo destinado à contratação de operação de crédito que dê em garantia créditos decorrentes do direito do Estado do Rio Grande do Norte de participação governamental obrigatória, na modalidade de royalties, ou que importe em antecipação dos créditos decorrentes deste direito” .

De acordo com o voto, as cessões de créditos oriundos de royalties, regulamentadas pelo Senado Federal, só são permitidas para a capitalização de fundos de previdência e amortização de dívida com a União. A Lei Ordinária Estadual  nº 10.371, que autoriza a antecipação, aponta que os “créditos cedidos serão destinados para a capitalização do fundo de previdência”.

Contudo, no caso do Rio Grande do Norte, o regime de previdência não funciona mais por capitalização - desde a edição da Lei Complementar Estadual nº 526/2014, que extinguiu o fundo de capitalização e criou o Fundo Financeiro do Estado do Rio Grande do Norte. O FUNFIRN é “estruturado em regime de repartição simples, para fins de pagamento da folha corrente de inativos, o que implica, na prática, em pagamento de pessoal”.

“Vislumbro, pois, a fumaça do bom direito, ante a constatação da utilização da antecipação de recursos para o pagamento de despesa corrente, em afronta à Resolução nº 043/2011 do Senado Federal; bem como o perigo da demora, pelo comprometimento futuro do orçamento estadual, além da dificuldade em se fazer a recomposição dos recursos oriundos dos royalties, porventura utilizados”, aponta o relator.

Foi fixada multa pessoal e diária no valor de R$ 500 ao governador do Estado, Robinson Faria, em caso de descumprimento das determinações da Corte de Contas. O gestor terá de comprovar nos autos o cumprimento das medidas.



Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte
www.tce.rn.gov.br

Desenvolvimento regional: a diversidade regional como potencialidade

Resumo


Ao longo da segunda metade do século XX o debate sobre desenvolvimento regional no Brasil recebeu atenção especial, principalmente, entre economistas e geógrafos. 
Dois enfoques principais se destacam no debate: um, que entende a promoção do desenvolvimento regional a partir da redução/eliminação das desigualdades regionais; outro, que propõe a compreensão da diversidade regional como potencialidade para o desenvolvimento de regiões. 
O primeiro foi e continua sendo hegemônico, evidenciado tanto em trabalhos científicos quanto em documentos norteadores das políticas públicas na área. 
Já o segundo evidencia-se mais claramente a partir da década de 1990, período em que o conceito de região é retomado sob um novo enfoque. 
Neste trabalho pretende-se explicitar o significado de cada uma dessas concepções, no intuito de contribuir para a qualificação da discussão sobre desenvolvimento regional.
Palavras-chave | Desenvolvimento regional; diversidade regional; potencialidades; região.

Texto completo:

Sucessão nas Fazendas Familiares: problemas e desafios


Walber Machado de Oliveira e José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, Brasília, abril de 2018  


As fazendas familiares – pequenas, médias ou grandes – continuam sendo a unidade de produção largamente predominante na agricultura mundial. Este texto para discussão propõe o exame do processo de sucessão nestes empreendimentos, por meio do qual os conhecimentos acumulados na gestão e os ativos do negócio são transmitidos de geração a geração. Discute-se o entrelaçamento dos objetivos da família aos objetivos do negócio e destaca-se o caráter processual da transição geracional. São apontados aspectos críticos para seu transcorrer, tais como a importância da análise da viabilidade econômico-financeira do negócio e a comunicação acerca de temas como a distribuição justa ou equânime dos ativos.

Palavras-chave: fazendas familiares; sucessão; gestão; agronegócio.

Family farms – whether small, medium-sized or large – remain as the largely predominant unit of production in agriculture throughout the world. This work examines the succession process in such entrepreneurships, through which the accumulated knowledge in management and the business assets are transmitted from generation to generation. The interlacing between family and business objectives is discussed, as well as the processual feature of the intergenerational transition. Critical aspects pertaining to its unfolding are pointed out, such as the importance of an analysis of the business financial and economical viability and the communication over themes like the fairness or equanimity in the distribution of assets.

Keywords: family farms; succession; management; agribusiness.



IPEA

ECONOMIA NORDESTINA

SUMÁRIO 

INDÚSTRIA DE AUTOPEÇAS ......................................................... 5 
Fernando Viana 

PRODUÇÃO NORDESTINA DE AÇÚCAR E ÁLCOOL .........................25 
Maria de Fátima Vidal 

AGROINDÚSTRIA DA CARNE NO NORDESTE .................................41 
Luciano J. F. Ximenes 

ENERGIA SOLAR NO NORDESTE..................................................65 
Francisco Diniz Bezerra; Lucas Sousa dos Santos 

CARCINICULTURA NO NORDESTE: VELHOS DESAFIOS PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E DE RENDA SUSTENTÁVEIS, ATÉ QUANDO?.....................103 
Maria de Fátima Vidal; Luciano J. F. Ximenes 

MATRIZ DE INSUMO-PRODUTO DO NORDESTE: DEMANDA FINAL DOMÉSTICA...................................................115 
Antônio Ricardo de Norões Vidal; Francisco Raimundo Evangelista 

ANÁLISE DOS FLUXOS DE COMÉRCIO: SEMIÁRIDO NORDESTINO .......145 
Antônio Ricardo de Norões Vidal; Airton Saboya Valente Junior; Francisca Crísia Diniz Alves 

LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM: PRODUTOS QUÍMICOS ...............173 
Fernando L. E. Viana 

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS.......................................................179 Fernando L. E. Viana


BNB/ETENE

Boletim Regional, Urbano e Ambiental (2017)

SUMÁRIO

ENSAIOS






REVITALIZAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO
César Nunes de Castro
Caroline Nascimento Pereira



AGRONEGÓCIO E DINÂMICA POPULACIONAL: A SOJA E OS FRIGORÍFICOS EM MATO GROSSO
Roberto Luiz do Carmo
Felipe Ferraz Vazquez
Kelly Camargo


OPINIÃO

REFORMA TRIBUTÁRIA
Bernard Appy

NOTAS DE PESQUISA

OS INVESTIMENTOS E SEUS IMPACTOS REGIONAIS E SETORIAIS
Bruno de Oliveira Cruz
Carlos Wagner de Albuquerque Oliveira
Iuri Vladimir de Jesus Queiroz
Ubirajara de Brito Cruz Junior

INDICADORES

IPEA

A Economia Criativa em época de crise: o desenvolvimento endógeno brasileiro na obra de Celso Furtado

Resumo: 

Na quase totalidade de sua obra o notável economista e ex-ministro da Cultura, Celso Furtado, exaltou a criatividade da nação brasileira como ativo estratégico para o surgimento de um novo modelo de desenvolvimento econômico, sustentável, inclusivo e endógeno. 

A trajetória analítica deste trabalho recorreu à revisão bibliográfica para destacar as contribuições teóricas de Celso Furtado acerca das potencialidades advindas de uma nova economia, intensiva em criatividade. 

Por sua vez, os recortes do pensamento furtadiano constituem um instrumento poderoso e atual para (re)pensar as estratégias de superação do subdesenvolvimento do país. 

Palavras-chave: Economia Criativa; criatividade; desenvolvimento endógeno; Celso Furtado.

Livro sobre burocracia e políticas públicas no Brasil

Publicação trata dos tipos e níveis de burocracias existentes e de como elas influenciam a organização econômica e o planejamento governamental

Frequentemente alvo de críticas e associada à ineficiência, a burocracia é tida como um dos grandes entraves ao funcionamento das instituições brasileiras. Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicam, no entanto, que o modelo burocrático é fundamental para a manutenção da ordem democrática, pois contribui com a sistematização e estabelece parâmetros para executar decisões e resolver conflitos e, assim, garantir melhor desempenho das instituições públicas. 

Para entender mais sobre o modelo burocrático, por que é necessário e como funciona, o Ipea realizou ampla pesquisa sobre o tema, consolidada no livro Burocracia e Políticas Públicas no Brasil: inserções analíticas. A obra foi lançada na terça-feira, 31, na Universidade Federal do Paraná, e está já disponível em www.ipea.gov.br.



O trabalho conta com 15 capítulos divididos em três grandes temas. O primeiro, Burocracia, estado e sociedade, apresenta os principais conceitos que envolvem o tema e a relação entre burocracia e política. 

O segundo, A burocracia e seus estratos, explica os diferentes tipos e níveis de burocracia existentes. 

E o terceiro, A burocracia e suas áreas de atuação, enfoca a influência da burocracia na organização econômica, no planejamento governamental e, consequentemente, no desempenho institucional. 

Pesquisadores do Ipea e de universidades brasileiras ressaltam que a burocracia é parte central da atividade política. Os autores procuram explicar o papel da burocracia no planejamento, na produção e na implementação de políticas públicas no Brasil, ampliando a capacidade de atuação do Estado nesses processos. “Esperamos fortalecer a temática e a relevância do olhar acadêmico sobre ela, com implicações que vão além do campo científico e contribuem para a atuação do Estado nas políticas públicas e, portanto, para o aprimoramento da governança democrática”, explicam os organizadores da publicação, Roberto Pires, Gabriela Lotta e Vanessa Elias de Oliveira, no capítulo de apresentação do livro. 

Para acessar a publicação, clique aqui


IPEA

PUBLICAÇÃO E-BOOK DO ERESPP SEMIÁRIDO

Está disponível no site do PLANDITES a produção intitulada "Sustentabilidade, Políticas Públicas e Interdisciplinaridade no Semiárido", edição em forma de E-BOOK, organizada por Jairo Bezerra Silva, Larissa da Silva Ferreira Alves e Manoel Mariano Neto da Silva.
 
Essa versão contou com a seleção de alguns artigos apresentados no 1° Encontro Regional de Sustentabilidade e Políticas Públicas no Semiárido – ERESPP-SEMIÁRIDO, promovido pela UERN Campus Pau dos Ferros, através do Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Dinâmicas Territoriais no Semiárido (PLANDITES), Universidade Estadual da Paraíba e demais instituições parceiras.

Tenham todos uma ótima leitura!

Desenvolvimento Regional e Incubadoras: Identificando Potencialidades do Norte Fluminense

Resumo:

O objetivo deste artigo é analisar as atividades econômicas da região Norte Fluminense e identificar os potencias empreendimentos baseado na realidade local, observando estudos de caso vivenciados em uma Incubadora da região. 

Por conseguinte, a escassez de recursos públicos, principalmente em países que estão em desenvolvimento, faz surgir uma lacuna na forma de financiar os novos empreendimentos e dar suporte na estruturação nos primeiros anos de vida destes. 

A pesquisa foi conduzida por meio da revisão bibliográfica sobre o tema desenvolvimento econômico, com recorte na questão do desenvolvimento econômico local que completa a estrutura metodológica do trabalho, juntamente com o levantamento de dados secundários do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e com uma análise em uma Incubadora da região. 

Os resultados da pesquisa limitam-se ao caso estudado, uma vez que se escolheu como estratégia de pesquisa estudar somente uma incubadora. 

Palavras Chave: Incubadora - desenvolvimento - empreendimentos