HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL - VOLUME II

PUBLICADO EM 14-02-2019

CAPÍTULO 23. A Revolução Industrial dos séculos XIX e XX

6.   As    NOVAS   DOUTRINAS   SOCIAIS   E   ECONÔMICAS - AQUI

TRECHO:

O   fundador   da   economia clássica foi Adam Smith, cuja obra discutimos no Capítulo 21. 
Embora Smith houvesse escrito antes de o capitalismo industrial ter alcançado o seu completo desenvolvimento e alguns dos seus ensinamentos não se harmonizassem de todo com a interpretação estrita do laissez-faire, havia, nas inferências gerais da sua teoria, justificativa suficiente para aclamá-lo como o profeta dos ideais capitalistas. 
As doutrinas específicas dos economistas clássicos foram, no entanto, em grande parte obra dos discípulos de Smith, inclusive escritores eminentes como Thomas R. Malthus, David Ricardo, James Mill e Nassau Senior.
Os elementos principais da teoria, subscritos pela maioria desses homens, podem ser sumariados assim: 
1)    Individualismo econômico.    Cada indivíduo tem o direito de usar para seu melhor proveito a propriedade que herdou ou adquiriu por qualquer meio lícito. Deve ser permitido a cada pessoa fazer o que quiser com o que é seu, enquanto não transgredir idêntico direito dos demais. Como cada um é quem melhor sabe o que pode torná-lo feliz, a sociedade tirará o máximo proveito quando permitir que cada um de seus membros siga as suas próprias inclinações.

2) Laissez-faire.  As funções do estado deveriam ser reduzidas ao mínimo compatível com a segurança pública.    Compete ao governo limitar-se ao papel  de modesto  policial, mantendo  a ordem e protegendo a propriedade, mas jamais intervindo por qualquer forma no desenrolar dos processos econômicos.

3) Obediência à lei  natural.    Existem leis imutáveis  a operar no setor econômico como em todas as esferas do universo.    Exemplos disso são a lei da oferta e da procura, a lei dos lucros decrescentes, a lei da renda etc.    Tais leis devem  ser reconhecidas e  respeitadas; deixar de fazê-lo é desastroso.

4) Liberdade de contrato.    Cada indivíduo deve ter a faculdade de negociar o contrato mais favorável que possa obter de qualquer outro indivíduo.    Em especial, a liberdade dos trabalhadores e empregadores para combinar entre si a questão do salário e das horas de trabalho não  deve ser embaraçada por leis  ou pelo poder coletivo dos sindicatos de trabalhadores.

5) Livre concorrência e livre-câmbio.   A concorrência serve para manter   os   preços   baixos,   para   eliminar   os   produtores   ineptos   e assegurar a máxima produção  compatível com as necessidades públicas.  

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A configuração da questão agrária brasileira

PUBLICADO EM 14-02-2019





Vejamos, a título de conclusão, quais são as principais estruturas da questão agrária brasileira que pudemos apreender. 

O mapa acima e os modelos gráficos a seguir, desenvolvidos a partir dos diversos mapeamentos realizados no Atlas, são resultado de um esforço para compreender essas configurações no território brasileiro.

A questão agrária no Brasil Vol. 4 - História e natureza das Ligas Camponesas (1954 - 1964)

PUBLICADO EM 14-02-2019


história da questão agrária no Brasil................................................... 9 

cronologia dos movimentos sociais no campo (1945-1964)........ 17 

I – HISTÓRIA DAS LIGAS CAMPONESAS DO BRASIL (1969) 
clodomir santos de morais 

1. AS LIGAS CAMPONESAS ......................................................... 21 

2. FATORES DE EXPANSÃO DAS LIGAS ..................................................................................... 37 

3. A Ultab E AS LIGAS NO CONGRESSO DE BELO HORIZONTE ...................................... 47 

4. O ESQUEMA GUERRILHEIRO E A LUTA INTERNA ............................................................ 51 

5. O AVANÇO DO SINDICALISMO RURAL ................................................................................ 57 

6. A ORGANIZAÇÃO POLÍTICA (OP) E O GOLPE MILITAR DE 1964 ................................... 61 

7. DIMENSÕES DAS LIGAS CAMPONESAS ................................................................................ 65 

8. CONCLUSÕES........................... 70

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FATOR D - CONVIVE COM ALGUÉM EGOÍSTA? AFASTE-SE!

PUBLICADO EM 14-02-2019

Há mais de 100 anos, Charles Spearman disse que a inteligência é composta pelo chamado fator G.
Segundo a teoria do psicólogo inglês, o fator G explica por que é provável que as pessoas que tiram notas altas em um tipo específico de provas também se saiam bem em outros testes.
Um século depois, especialistas dizem que essa mesma tendência também pode ser usada para explicar a "malevolência" ou o "lado obscuro" das pessoas.
E também lhe deram um nome. Trata-se do "fator D".
Uma nova pesquisa conduzida por uma equipe de psicólogos da Alemanha e da Dinamarca sugere que características como egoísmo, rancor e sadismo têm um mesmo denominador comum.
Ainda que nos pareça mais normal que uma pessoa seja egoísta e não psicopata, o certo é que o estudo demonstra que todos os aspectos obscuros da personalidade humana estão relacionados e se baseiam numa mesma tendência.
Em outras palavras, se você tem um desses traços, é provável que desenvolva os outros.
Isso significa, segundo os pesquisadores, que se uma pessoa exibe um comportamento maldoso específico (como o gosto por humilhar os outros), terá maior probabilidade de fazer outras coisas maldosas, como enganar, mentir ou roubar.

Moeda e Crédito em Rudolf Hilferding: O debate que antecede o conceito de Capital Financeiro

PUBLICADO EM 11-02-2019

Este artigo busca fomentar o debate da concepção de moeda e crédito em Rudolf Hilferding e suas possíveis divergências com o apresentado por Marx. O trabalho se organiza da seguinte forma: A primeira parte apresenta a concepção de dinheiro na circulação simples para Hilferding e a segunda parte, como o autor apresentou sua concepção de crédito a partir da moeda fiduciária. E para concluir, como o dinheiro enfim aparece no capital financeiro.  

DOSSIÊ NORDESTE SECO - Nordeste sertanejo: a região semi-árida mais povoada do mundo

PUBLICADO EM 11-02-2019


Nos sertões do Nordeste há povoamento ao longo de rios que nascem em maciços cristalinos ou bordos de escarpas sedimentares, mas sempre chegam ao mar, a despeito de terem seu fluxo d’água cortado por cinco a sete meses (rios intermitentes sazonários, extensivamente exorréicos). 

Existem sertanejos vivendo em diferentes posições nas vertentes e altos das colinas, gente habitando os sopés de maciços, serras úmidas e cimeiras de chapadas e setores de planaltos cristalinos. 

Em contrapartida, porém, o Nordeste seco é a região geográfica de estrutura agrária mais rígida e anti-social das Américas, do que resulta que a capacidade de suporte populacional dessa região tem de ser avaliada por critérios mais amplos e aprofundados, envolvendo tanto atributos endógenos e controles exógenos, quanto eventuais fatores extrógenos que interferem no destino dos homens e comunidades regionais.

Secas e políticas públicas no semiárido: ideias, pensadores e períodos

PUBLICADO EM 11-02-2019

Políticas públicas são as ações, práticas, diretrizes fundadas em leis e empreendidas como funções de Estado por um governo, para resolver questões gerais e específicas da sociedade (Heidmann, 2006, p.29). Nesse conceito, as políticas públicas de secas somente iniciaram após o governo reconhecê-las como problema nacional e agir no sentido de solucioná-las. Isso só aconteceu com a tragédia e repercussão mundial da Grande Seca de 1877 a 1879, quando morreram centenas de milhares de pessoas. 

A maioria das políticas públicas praticadas no Nordeste brasileiro no século passado foi formulada no âmbito do combate às secas. A evolução dessas políticas foi objeto de várias propostas de periodização elaboradas nas décadas de 1980 e 1990 (Andrade, 1970; Carvalho, 1988; Magalhães; Glantz, 1992).

DICAS DE NORMAS DE TRABALHOS ACADÊMICOS

PUBLICADO EM 10-02-2019
A página no Facebook da biblioteca da UFPR (Universidade Federal do Paraná) Litoral viralizou ao compartilhar dicas de normalização de trabalhos acadêmicos. Uma das postagens, por exemplo, teve mais de 10 mil compartilhamentos.
Se você também é uma dessas pessoas que procuram informações que facilitem entender as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a página com certeza vai te ajudar.
Confira abaixo algumas das postagens:

Diferenças Regionais: um olhar para o Nordeste do Brasil, no período 2002-2014

PUBLICADO EM 10-02-2019


A primeira experiência de criação de um organismo com caráter especificamente regional foi a Tennessee Valley Authority (TVA), nos Estados Unidos, em 1933. Cuidava basicamente da coordenação de um conjunto de projetos em torno da utilização da água de uma grande barragem em uma região carente dos Estados Unidos. 

Várias iniciativas semelhantes à TVA foram adotadas em diversos países da América Latina, inclusive no Brasil com a constituição da Comissão do Vale do São Francisco, em 1948. Outra experiência no âmbito da política regional foi a criação da Casa per il Mezzogiorno, na Itália, em 1950. O objetivo deste Órgão era o desenvolvimento do sul e a sua convergência ao dinamismo econômico do restante do país, em especial ao norte industrializado. Uma novidade, neste caso, foi a inserção do problema do atraso daquela região num contexto nacional e não apenas regional. 

Esta filosofia também se refletiu no Brasil com a criação da SUDENE, em 1959. Assim como no caso italiano, também os criadores da SUDENE e em especial o seu maior idealizador, Celso Furtado, consideravam que o problema do Nordeste era um problema nacional.

Apesar dos esforços, o Brasil continua sendo uma economia com elevada disparidade regional. Dados de 2014 mostram, por exemplo, que o PIB per capita do Distrito Federal era 6,17 vezes maior que o do Maranhão. No nível municipal, as diferenças são ainda maiores, com pode ser observado na cidade de Presidente Kennedy (ES) que tinha uma renda per capita 264,2 vezes superior à cidade de Mansidão (BA). 

Especialistas em economia regional como Wilson Cano, Clélio Campolina Diniz e Carlos Américo Pacheco identificaram que ao longo dos anos 1990, estava em curso um processo de reconcentração territorial da atividade produtiva, refletido i) na perda de instrumentos de política regional, representada pelo fechamento e posterior recriação das já enfraquecidas instituições Sudam e Sudene; ii) na redução do gasto federal nas regiões; iii) na privatização de empresas estatais e bancos públicos estaduais, tornando mais difícil impedir movimentos naturais do setor privado quanto às decisões de localização dos empreendimentos produtivos.

NORDESTE - DADOS AMBIENTAIS: SANEAMENTO BÁSICO

PUBLICADO EM 10-02-2019

SANEAMENTO BÁSICO


A Lei nº. 11.445/2007 considera o saneamento básico como o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais de abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais. 

No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição de 1988. Internacionalmente integra um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030. 

É o Objetivo 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos.- Publicação em setembro de 2017.


- Publicado em outubro de 2017: AQUI