REGIONALIZAÇÃO E HISTÓRIA: UMA CONTRIBUIÇÃO INTRODUTÓRIA AO DEBATE TEÓRICO-METODOLÓGICO

RESUMO 

O texto é resultado do aprofundamento de pesquisas que já há alguns anos vêm sendo realizadas no Núcleo de Pesquisa em História Econômica e Demográfica do CEDEPLAR/UFMG, dedicadas especificamente à questão espacial em Minas Gerais nos séculos XVIII e XIX. 

Para além das segmentações do espaço no período, já apresentadas e discutidas em trabalhos anteriores, o objetivo do trabalho é avançar na reflexão do próprio conceito de região, e mais especificamente de regionalização, pensando sua aplicabilidade e capacidade explicativa segundo uma perspectiva eminentemente histórica. 

Para tanto, são mobilizados estudos de campos diversos do conhecimento, particularmente da economia, da geografia, e da regional science em geral, postos a dialogar com a questão histórica e a historiografia pertinente. 

De um ponto de vista metodológico, apresenta-se bases para a produção de segmentações do espaço tendo por norte seu aspecto estrutural e funcional; não obstante, pensando em detalhe a questão histórica, busca-se articular essa funcionalidade analítica à necessidade de se tratar o espaço de forma não-anacrônica, buscando compreender tanto sua dinâmica própria a partir de fontes coevas, quanto o específico da transformação nas concepções do espaço no período analisado.

AQUI 

2015: O ANO EM QUE O PIB CAIU EM TODOS OS ESTADOS

Todos os Estados brasileiros registraram queda no Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 ante 2014, segundo os dados das Contas Regionais, divulgados nesta quinta-feira, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
Foi a primeira vez que todos os Estados registraram queda no PIB num mesmo ano desde o início da série histórica das Contas Regionais, iniciada em 2002.
O PIB de São Paulo, que respondeu por 32,4% do total do País, recuou 4,1%, acima da média nacional, que ficou em 3,5%, conforme dado definitivo divulgado semana passada pelo IBGE. Em 2014, São Paulo respondeu por fatia um pouco maior (32,4%) do PIB total, mas, desde o início da série histórica, a perda é de 2,5 ponto porcentual. Em 2002, São Paulo respondia por 34,9% do PIB brasileiro.
Outros Estados com grande peso no PIB também foram destaque de queda. O PIB de Minas Gerais recuou 4,3% em 2015 ante 2014. O PIB do Rio de Janeiro encolheu menos do que a média nacional, com recuo de 2,8%. Juntos, São Paulo, Minas, Rio, Rio Grande do Sul e Paraná responderam por 64,7% do PIB nacional.
O pior desempenho regional ficou com o Amapá, que viu seu PIB tombar 5,5% em 2015. O melhor desempenho ficou com o Mato Grosso do Sul, cujo PIB encolheu apenas 0,3%. Logo em seguida veio Roraima, com perda também de 0,3%.
O PIB do Brasil em 2015 foi de R$ 5,996 trilhões, como informado na semana passada. São Paulo somou R$ 1,940 trilhão, seguido por Rio de Janeiro (R$ 659 bilhões), Minas Gerais (R$ 519 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 382 bilhões).
Os três Estados com menor atividade econômica foram Roraima (R$ 10,354 bilhões), Acre (R$ 13,622 bilhões) e Amapá (R$ 13,861 bilhões).
PORTAL NO AR
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Em 2015, o PIB nacional variou -3,5% em volume, com quedas em todas as unidades federativas, algo inédito na série iniciada em 2002. 

O Mato Grosso do Sul, por sua vez, foi a unidade da federação que teve a menor redução, com -0,3%. Boa parte deste resultado da economia sul-mato-grossense deve-se ao desempenho positivo da Agropecuária (10,1%). Roraima (-0,3%), Tocantins (-0,4%), Pará (-0,9%) e Distrito Federal (-1,0%) também tiveram desempenhos melhores que o nacional (-3,5%). 

Por outro lado, Amapá (-5,5%), Amazonas (-5,4%), Rio Grande do Sul (-4,6%), Minas Gerais (-4,3%) e Goiás (-4,3%) tiveram as quedas mais acentuadas, com contribuição importante das atividades dos setores de Indústria e Serviços.      

www.ibge.gov.br          

MARANHÃO: OS FANTASMAS SE DIVERTEM...

O texto a seguir é sobre a situação da saúde pública no Maranhão, mas o 'enredo' não é tão diferente de outros lugares:
- fantasmas na folha de pagamento;
- pagamentos a empresas de fachadas;
- esquemas de desvios de verbas; etc. etc. etc.
Leia:
A Operação Pegadores, quinta fase da Operação Sermão aos Peixes, deflagrada nesta quinta-feira, 16, encontrou 400 funcionários fantasmas na folha salarial da rede pública da saúde no Maranhão. A investigação aponta que os fantasmas são apadrinhados de políticos. Eles foram incluídos na folha de pagamentos de hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviço.
A Pegadores mira desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria firmados pelo Governo do Estado na área da saúde. A fraude teria provocado rombo de R$ 18,3 milhões aos cofres públicos.
O esquema de fraudes e desvio de verbas públicas na contratação e pagamento de pessoal era formado por três núcleos, segundo a investigação: pessoas que possuíam um salário formal, pelo qual recebiam pela função contratada, contudo recebiam um salário extra, pago por fora do contracheque, em desvio direto de verbas públicas na denominada “folha complementar”; pessoas que eram indicadas para serem contratadas e recebiam sem realizar qualquer trabalho (funcionários fantasmas) e também desvio de verbas por meio do pagamento a empresas de fachada – supostamente especializadas na gestão de serviços médicos.
A Pegadores foi deflagrada pela Polícia Federal com o apoio do Ministério Público Federal, do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil.
Durante as investigações conduzidas na Sermão aos Peixes, em 2015, foram coletados diversos indícios de que servidores públicos, que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal.
As investigações indicaram a existência de cerca de 400 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviços às unidades hospitalares. 
Os beneficiários do esquema seriam familiares e pessoas próximas a gestores públicos e de diretores das organizações sociais.
Foi detectado também que uma empresa registrada como sendo uma sorveteria passou por um processo de transformação jurídica e se tornou, da noite para o dia, em uma empresa especializada na gestão de serviços médicos, recebendo recursos.
O montante dos recursos públicos federais desviados por meio de tais fraudes supera a quantia de R$ 18 milhões. Contudo o dano aos cofres públicos pode ser ainda maior, pois os desvios continuaram a ser praticados mesmo após a deflagração de diversas outras fases da Sermão aos Peixes. A primeira fase da operação foi deflagrada em 16 de novembro de 2015.

RN: EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES EM 2017

O saldo da balança comercial do Rio Grande do Norte nos dez primeiros meses de 2017 chegou a US$ 86,7 milhões, aponta a edição 28 do Boletim dos Pequenos Negócios, divulgada na última terça-feira, 14, pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Rio Grande do Norte.

De acordo com o órgão, o valor é 63,6% maior que o registrado nos dez primeiros meses do ano passado. Isso é resultado do crescimento das exportações e queda de 1,7% nas importações. Esse é também o maior superávit dos últimos cinco anos para o saldo acumulado até outubro. Isso porque as exportações continuam em ascensão. No período, cresceram 15% em relação a 2016, atingindo um volume de US$ 239,3 milhões. 

As importações, no entanto, registraram queda de 1,7% entre os meses de janeiro e outubro deste ano. O volume negociado foi de US$ 152,6 milhões, o menor montante para esse período desde 2013.

Os melões continuam no topo da pauta de exportação potiguar. Em dez meses, o volume exportado já chega a US$ 77,5 milhões pelo envio de 117,6 mil toneladas da fruta. Já o sal é o segundo item mais exportado pelo Rio Grande do Norte. No acumulado, foram exportadas 861,6 mil toneladas do mineral, o que corresponde a US$ 18,1 milhões negociados. As castanhas de caju aparecem em seguida com o volume de US$ 17 milhões referentes ao embarque de 1,8 mil toneladas das amêndoas. O estado também já enviou ao mercado internacional este ano 34,9 mil toneladas de melancias, que renderam US$ 14,2 milhões.

Em contrapartida o estado importou 220,7 mil toneladas de trigo e misturas com centeio, o equivalente a US$ 39,5 milhões. Já a importação de painéis e células solares chegaram a um volume de pouco mais de US$ 16 milhões, valor muito próximo do que já havia sido importado até setembro. E a tendência é que a importação desses equipamentos venha a cair cada vez mais nos próximos anos devido à futura instalação de uma filial da Chint Eletrics no estado. A indústria chinesa é uma das gigantes mundiais desse setor e deverá começar a implantação de uma fábrica de painéis solares em Extremoz, em fevereiro de 2018.

O terceiro item mais importado pelo RN foi a castanha de caju in natura. O RN comprou 5,7 mil toneladas desse produto no valor total de US$ 10,2 milhões. O algodão aparece na quarta posição entre os principais produtos da pauta de importação potiguar. Já foram importadas 3,8 mil toneladas, o equivalente a US$ 7,4 milhões.

O material pode ser consultado na íntegra no portal www.rn.sebrae.com.br na seção “Boletim Econômico para MPE’s”.

JORNAL DE FATO

DICAS PARA PESQUISAS EM BASES DE DADOS


IPERN: GOVERNO FAZ 'ACORDO'/'MANOBRA' PARA ARREGAÇAR O RESTANTE DO FUNFIR

Um acordo firmado na terça-feira (14) entre o Governo do RN, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça vai permitir que o Executivo saque dinheiro do Fundo Previdenciário (Funfir) para pagar os inativos em novembro e dezembro. A manobra aliviaria o caixa para o pagamento dos duodécimos dos Poderes e instituições.

Comento: a matéria denomina a tal 'operação' de 'acordo' e 'manobra' para repassar duodécimos. 

Questiono o seguinte: O IPE-RN foi consultado? Existe algum instrumento de governança (ou qualquer outra coisa, como um conselho) que delibera sobre o uso dos recursos existentes nos fundos? É só 'manobrar' e pegar? E ponto final? Isso não tem repercussão fiscal? Contábil? Patrimonial?

Os duodécimos são valores enviados pelo poder Executivo, que controla o orçamento do Estado, para custear todas os gastos dos Poderes estaduais, do MP e do Tribunal de Contas.

Os representantes de do TJ e do MP se reuniram com o secretário de Planejamento e Finanças, Gustavo Nogueira, e o Procurador-Geral do Estado, Francisco Wilker Rebouças, na própria sede do Tribunal de Justiça.

No encontro, ficou acordado que o TJ autorize o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (Ipern) a utilizar o Fundo Previdenciário para pagar os salários de novembro e dezembro dos aposentados e pensionistas.

Comento: O IPERN agora é subordinado ao TJ? Quem passou a administrar e decidir sobre o destino dos recursos previdenciários foi o TJ?

Como se sabe o TJ não tem competência administrativa sobre a destinação/aplicação de recursos previdenciários, então a opção para dá seguimento ao 'acordo'/'manobra' é que exista uma autorização judicial em algum processo e aí a 'operação' ganha uma conotação ainda mais esquisita. Heterodoxa demais. Combinaram antes o que será decidido judicialmente, tendo como contrapartida o repasse do duodécimo aos poderes?

Em nota, o Governo do Estado confirmou a reunião, que classificou como "reunião de conciliação". O Executivo confirma na nota que os recursos do Funfir serão utilizados para o pagamento dos inativos "diante do momento de extrema dificuldade financeira enfrentado".

Comento: "Conciliaram" sem a presença do IPERN? Representantes dos aposentados e pensionistas foram ouvidos? Irão desconsiderar a posição do TCE? Ou o TCE, que recebe duodécimos, também 'conciliou'?

Com a utilização de valores do Funfir, o Governo deixará de aportar R$ 120 milhões mensais para a cobertura do deficit da previdência estadual.

Cobrança
No início do mês, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público Estadual, mais a Assembleia Legislativa e o Tribunal de Contas do Estado entraram com mandados de segurança para que o Estado seja obrigado a repassar, em dia, o duodécimo referente a cada poder/instituição. De acordo com o artigo 168 da Constituição Federal, é estabelecido que o repasse deve ser feito até o dia 20 de cada mês.

Comento: A 'ordem' do TJ para o governo usar os recursos do FUNFIR vai ocorrer em tais mandados? O 'acordo' também foi para o MP não recorrer? Silenciar? Heterodoxia demais. 

Na ocasião, o Governo admitiu que não realiza desde julho de 2017 o repasse integral do duodécimo. Em nota, o Poder Executivo ainda argumentou que as sobras orçamentárias (o superávit) dos poderes relacionado ao duodécimo no ano passado foi de aproximadamente R$ 400 milhões.

TCE proibiu saques

Em setembro, o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte proibiu novos saques nos recursos oriundos do extinto Fundo Previdenciário. Além disso, a Corte de Contas determinou o ressarcimento, num prazo de 30 dias, dos valores eventualmente sacados em razão da Lei Complementar nº. 603/2017.

Comento: O TJ, o MP e o governo vão ignorar o posicionamento da Corte de Contas? Terá que mudar a posição?

Segundo o voto do conselheiro Paulo Roberto Chaves Alves, acatado pelos demais conselheiros, o Governo do Estado sancionou, no último dia 28 de agosto, a Lei Complementar 603/2017, que autorizou a utilização dos recursos de duas aplicações financeiras integrantes do Fundo Financeiro do RN para o pagamento a aposentados e pensionistas, com previsão de ressarcimento a partir de 2020.

Com a decisão do TCE, novos saques estão proibidos e valores sacados devem ser devolvidos. O voto teve como base representação formulada pela Diretoria de Despesa com Pessoal e acatou parecer do Ministério Público de Contas.

Entretanto, o acordo firmado na reunião ocorrida no Tribunal de Justiça prevê a permissão de novos saques do Fundo. Desta maneira, os Poderes esperam que haja uma folga nos recursos do Tesouro Estadual, para liberar parte do duodécimo para a Assembleia Legislativa, o TJ, o MP e o Tribunal de Contas.


G1-RN
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Fica parecendo que os 'Poderes' só fizeram o 'acordo' para garantir o repasse dos duodécimos. A população pode até considerar que enquanto as verbas dos 'Poderes' não estavam em risco a 'manobra' era proibida, mas com o risco do 'pires' secar, logo encontraram solução para autorizar a 'manobra'...

Heterodoxia demais!
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Matéria publicada na Tribuna do Norte (AQUI) informa que UM PROCURADOR (isso mesmo: apenas um servidor) do IPERN será consultado sobre o 'acordo/manobra' dos 'poderes' sobre o arregaçamento final do FUNFIR.

No RN tudo é diferente. Primeiro se faz 'acordo/manobra', depois 'arranja' uma explicação... Mas e se a 'explicação' não convencer nem um aborígene australiano?

Dane-se o FUNFIR. Depois alguém junta os cacos e tenta colar com cuspe.

Talvez ainda sobre algum juízo para alguém em tal 'acordo/manobra'. Ou não.
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Mais desdobramentos:

KELPS ENTRA NA JUSTIÇA PARA EVITAR NOVO SAQUE DO DINHEIRO DOS APOSENTADOS DO ESTADO

O deputado Kelps Lima deu entrada na manhã desta quinta-feira, 16 de novembro, com uma ação para evitar que o Governo do Estado termine de raspar o restante do dinheiro do Fundo Previdenciário que pertence aos aposentados do Rio Grande do Norte.

Na visão de Kelps, o Governo quer tirar um patrimônio que é dos aposentados para compensar despesas que não tem qualquer relação com a finalidade desse dinheiro, que são os repasses constitucionais do Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas.

“Os repasses constitucionais não são dinheiro do Governo. São valores estabelecidos em leis votadas e aprovadas pelo parlamento que Robinson presidiu por 8 anos. Quando ele era presidente da Assembleia em momento algum questionou os percentuais ou os pagamentos desses valores. Quando se candidatou ao governo sabia da existência desses repasses. Agora, como governador, é a última pessoa que pode questionar ou criar estratagemas para evitar seus pagamentos”.

Segundo Kelps, o Fundo Previdenciário não pertence ao Governo e já há decisão do Tribunal de Contas não só para evitar novos saques, como para devolver o dinheiro já sacado anteriormente. 

“Desde o início do Governo Robinson, e também no episódio da Prefeitura do Natal, que tive o mesmo posicionamento sobre os recursos do Funfir. Não há como me posicionar diferente agora. Sou contra os saques e, por convicção, estou obrigado a judicializar este tema. O Governo Robinson já destruiu o tempo presente do Estado e, com mais essa ação, quer comprometer também o futuro. A gestão dele é altamente danosa à máquina pública”, explica Kelps.


Assessoria do deputado

III ENCONTRO DE EXTENSÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO EM AGROECOLOGIA


Vigilância Sanitária Estadual (SUVISA-RN) alerta a população sobre o risco para a saúde do consumo de água contaminada

Diante do quadro de escassez hídrica em todo o Rio Grande do Norte, o que resultou no aumento de consumo da água por meio de Soluções Alternativas Coletivas - SAC (como carros pipas, “caixas brancas”, chafarizes, poços coletivos, entre outros), a Vigilância Sanitária Estadual (SUVISA-RN) alerta a população sobre o risco para a saúde do consumo de água não tratada, que pode ocasionar doenças de veiculação hídrica, como: cólera, hepatites, diarreias, entre outras.

Chamamos atenção para o transporte de água por meio de “caixas brancas”, que na maioria das vezes são de segundo uso e originalmente armazenam produtos químicos. Esses recipientes são fabricados com material plástico leitoso, que absorvem resíduos do produto armazenado e são de difícil higienização, havendo o risco de contaminação química para a água transportada

De acordo com a Lei Federal 6.437 de 20/08/1977, no seu artigo 10, inciso XVII, configura infração sanitária: “reaproveitar vasilhames de saneantes, seus congêneres e de outros produtos capazes de serem nocivos à saúde, no envasilhamento de alimentos, bebidas, refrigerantes, produtos dietéticos, medicamentos, drogas, produtos de higiene, cosméticos e perfumes”.

Informamos que o Rio Grande do Norte regulamenta o transporte de água potável através da Portaria nº 491/2015-GS/SESaP, 26 de outubro de 2015 que “Dispõe sobre os critérios de liberação do alvará sanitário para os veículos que captam, armazenam, transportam, distribuem e comercializam água potável natural procedente de soluções alternativas de abastecimento de água para o consumo humano”.

Orientamos a população que ao adquirirem água de distribuidores dessas SAC, certifique-se de que o mesmo possui ALVARÁ SANITÁRIO e busque informações sobre a origem de sua captação e tratamento junto ao Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano da Secretaria Municipal de Saúde do seu município.

Outras informações:
Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária Estadual – SUVISA-RN: 3232-2558

Subcoordenadoria de Vigilância Ambiental Estadual – SUVAM-RN: 3232-2721

SESAP/ASSECOM
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O risco para quem consumir água transportada em tais reservatórios é significativo, inclusive pela possibilidade de que os produtos armazenados nos reservatórios contenham substâncias cancerígenas...

Recipientes utilizados para armazenar agrotóxicos e que muitas pessoas utilizam para transportar ou armazenar água. 


Resultado de imagem para filas para pegar água

O risco é muito grande porque o fabricante alerta que os recipientes não podem ser reaproveitados. Muito menos para guardar água.

O mesmo ocorre com baldes de tintas...

Resultado de imagem para filas para pegar água

Não é incomum que a água transportada em recipientes inadequados, como as caixas brancas, abasteçam até escolas...
Resultado de imagem para caixas brancas para transporte de água

CAMEAM: COMISSÃO ELEITORAL SUSPENDE CRONOGRAMA DA ELEIÇÃO PARA A FUNÇÃO DE VICE-DIRETOR

A Comissão Eleitoral designada pela Portaria nº 010/2017 - GD/CAMEAM/UERN, de 10 de outubro de 2017, com fulcro na Resolução nº 015/2013 – CONSUNI, alterada pela Resolução 038/2016 – CONSUNI, com a incumbência de organizar e executar o processo eleitoral para Vice-Diretor do Campus Avançado Profa. Maria Elisa de Albuquerque Maia (CAMEAM), Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), para o término do quadriênio 2016/2020 (período dezembro de 2017 à 19 de abril de 2020), torna público pelo presente edital a SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DO CRONOGRAMA DA ELEIÇÃO PARA A FUNÇÃO DE VICE-DIRETOR DO CAMEAM/UERN CONTIDO NO EDITAL Nº 01/2017 – COMISSÃO ELEITORAL/CAMEAM/UERN, em virtude da Greve Docente deflagrada em 10 de novembro de 2017, ficando a divulgação de um novo Cronograma das atividades eleitorais pós retomada da greve dos Docentes da UERN.

CAOS INSTALADO NO RN - PARTE 2: O CAOS não é obra do acaso!

É necessário lamentar o caos que tomou conta do RN, mas é fundamental dizer que o CAOS não é obra do acaso.

No caso do RN quem tem responsabilidade pela situação atual é a ELITE que comanda os rumos deste torrão desde a época das capitanias hereditárias.

Aliás, o comando político permanece como um bem herdado. Boa parte das 'lideranças' atua em família e pensando, quase sempre, apenas na manutenção do poder. A 'farinha' (dinheiro público) diminuiu, mas a máxima é a mesma: o 'pirão' deles continua garantido. O resto que se dane!

Também existe uma casta da alta burocracia estadual que consegue impor suas demandas e tem acesso facilitado aos 'coronéis da nova era' que estabelecem as prioridades. No caso, as 'prioridades' sempre 'coincidem' com a manutenção do status quo da alta burocracia.

Não faltam leitos de UTI no Walfredo por culpa da diretora, mas pelas escolhas e prioridades definidas pelos diversos governantes ao longo do tempo. Estão quase todos por aí, ou seus herdeiros estão, e continuam estabelecendo as agendas que lhes interessam e não serão presos por tais atos. Têm amigos importantes, privilégios, imunidades, contam com o 'apoio' necessário para permanecerem 'livres'. 

Os 'donos do poder' não entraram na vida pública por causa de bons salários. Jamais terão necessidades de 'espernearem' por receber salários em dia. Também não foi por elevado 'espírito público'. Caíram na 'vida pública' porque se consideram donos do poder. Acreditam que é justo, que é de direito. Confundem o público com o privado, mas sempre em desfavor do erário do povo. Desprezam as pessoas que não obedecem suas ordens, suas vontades. São mimados.

Não ficam sem dormir porque faltam leitos de UTI's nos hospitais públicos. Não se preocupam se as escolas públicas podem desabar sobre as cabeças das crianças ou dos jovens que dependem da educação pública. Também não se compadecem dos trabalhadores que são vítimas da violência. Nada disso impede que durmam tranquilos.

O episódio em que ALGUNS POLICIAIS lançaram spray de pimenta sobre os manifestantes em frente a governadoria é apenas mais uma demonstração do caráter autoritário da ELITE que comanda o RN. 

Os mandatários do RN não se sentem na obrigação de esclarecer, dialogar, prestar contas ao povo, afinal, sentem-se donos do poder. São o Poder.

Logo, sentem-se incomodados quando os servidores públicos cobram o pagamento de salários. Acreditam que os servidores têm obrigação de aceitarem, resignados, os atrasos permanentes dos pagamentos. 

Rosnam: que peça demissão quem não estiver satisfeito. São o Poder.

A ELITE que comanda o RN aprendeu a dividir o povo, evidentemente, para enfraquecê-lo ainda mais. Fez de suas 'bandeiras' (verdes, vermelhas, etc.) um indicativo de lealdade. 'Bicudos' (vermelhos) versus 'Bacuraus' (verdes) combatem, pegam em lanças nas redes sociais, brigam para defenderem suas 'bandeiras, mas, na verdade, defendem oligarquias (Maia, Alves, Faria, Rosado, etc.). Os 'combatentes' sofrem da "Síndrome de Estocolmo". Lutam ao lado dos opressores!

Felizmente não temos terremotos, vulcões, furacões ou outros desastres naturais extremos, mas temos um desastre tão extremo quanto os naturais: A ELITE que comanda o RN é sanguinária. Ceifa vidas. Destrói o futuro.