Dinamização Econômica e Agricultura Familiar: limites e desafios do apoio a Projetos de Infraestrutura (Proinf) em territórios rurais do Nordeste

Resumo: 

O objetivo do presente artigo é analisar a importância do Apoio a Projetos de Infraestrutura e Serviços em Territórios (Proinf) no financiamento recente da estrutura de produção econômica da agricultura familiar de territórios rurais do Nordeste. A proposta é avaliar projetos que atuam através de ações de inclusão produtiva e de gestão social, a fim de garantir a dinamização econômica dos territórios. A metodologia foi definida pela Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT), e a pesquisa de campo realizada utilizando o questionário de Avaliação de Projetos de Investimento (Q5). Assim sendo, cada projeto foi visitado e 18 questionários foram aplicados junto aos membros dos colegiados territoriais de seis projetos avaliados e monitorados. Como resultado, percebeu-se que poucos projetos foram implantados, especialmente de agroindústrias familiares. Contatou-se também que nenhum destes funciona. Esse resultado alerta para a urgência do ajuste do arranjo institucional nos territórios e da busca pela superação das fragilidades nas estruturas de gestão e de produção econômica da agricultura familiar, principalmente nos territórios Açu-Mossoró e Sertão do Apodi (RN). 

Palavras-chave: Agricultura familiar, política pública, território.


REVISTA ECONÔMICA DO NORDESTE: ARTIGOS SOBRE AGRICULTURA FAMILIAR












LIVRO: A Natureza do Espaço


Título: A Natureza do Espaço
Autor(es): Milton Santos

Editora: Edusp
Ano: 2006
Área: Fundamentos de Geografia, Geografia Humana
Referência: SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. - 4. ed. 2. reimpr.- São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006. 259 p.
Formato: PDF
Tamanho: 3.79 MB
Servidor/Protetor: Mediafire/Adf.ly

SINOPSE

Para Milton Santos, o espaço é um conjunto indissociável de sistemas de objetos e de sistemas de ações e é com base nessa idéia e nas noções de técnica e de tempo, de razão e de emoção, que nos propõe a construção de um sistema de pensamento que busca entender o espaço geográfico. Levando em conta a nova realidade trazida pelo processo de globalização que se instalava à época, o geógrafo Milton Santos buscou auxílio na história, na filosofia, na sociologia e em outras disciplinas humanas e sociais, para propor esta teoria geral do espaço humano. Passados vários anos desde sua primeira edição, A Natureza do Espaço ainda traz grande interesse para geógrafos e profissionais ligados às questões urbanas, dada a riqueza da análise deste geógrafo de renome internacional.

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GEOGRAFIA DO COMÉRCIO: PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO E DINÂMICA COMERCIAL NA CIDADE DE JARDIM/MS

Resumo


A perspectiva de análise sobre a produção do espaço urbano numa cidade pequena nos levou a compreensão de um elemento essencial nessa abordagem, o setor comercial. Desse modo, tem-se como recorte espacial a cidade de Jardim/MS e como objeto de análise o segmento varejista de mercados e supermercados. Este trabalho se justifica devido a expressividade desse ramo comercial, pelo poder de capital existente e, sobretudo pela dinâmica econômica e urbana que promove em Jardim. Nessa óptica, busca-se desenvolver um panorama sobre a tipologia deste ramo comercial, o poder do capital local, suas estratégias, a relação de concorrência existente e a interação espacial e econômica que essa atividade exerce, considerando para isso a origem deste ramo na cidade e as perspectivas para o desenvolvimento urbano-regional.

Palavras-chave


dinâmica comercial; produção do espaço urbano; supermercados; varejo; Jardim/MS

Texto completo:

O desenvolvimento do comércio e a produção do espaço urbano

Resumo 

Esse ensaio objetiva contribuir com os estudos acerca das articulações entre o comércio e a cidade, na medida em que o aparecimento de novas formas comerciais tem um rebatimento no processo de produção do espaço urbano. O funcionamento, as relações sociais, as mercadorias, os movimentos interno e externo, e tudo aquilo que dá vida aos mercados, feiras e outros tipos de comércio ditos tradicionais, são cada vez mais atrativos ao ponto de se tornarem, hoje, no diferente, que resiste em meio ao que se tornou homogêneo, tais como as formas que abrigam o denominado comércio moderno, a exemplo dos shopping centers. Essa dinâmica do comércio motivou uma pesquisa em andamento, sobre o papel dos mercados, das feiras, das mercearias, das galerias e diversos outros tipos de comércio no espaço urbano, os quais, historicamente, incorrem em mudanças espaciais. O ponto de partida das análises são os mercados e as feiras sobrevivendo em meio à pressão do crescimento da metrópole, uma vez transformados em centros de lazer (culturais, gastronômicos, turísticos, etc.). O texto privilegia a primeira parte da pesquisa, sistematizando um levantamento de fontes bibliográficas/teóricas, especialmente aquelas relacionadas ao desenvolvimento histórico do comércio, do desdobramento das trocas comerciais que, aos poucos, exigem abrigos para o funcionamento permanente na cidade. 

Palavras-chave: Comércio, formas comerciais, trocas, cidade, urbano

LIVRO: Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano


Título: Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano

Autor(es): Silvia Aparecida Guarniere Ortigoza e Ana Tereza Caceres Cortez (Orgs)


Editora: UNESP
Ano: 2009
Área: Geografia Urbana
Referência: ORTIGOZA, S. A. G. CORTEZ, A. T. C. (Orgs.) Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano. São Paulo: UNESP, 2009. 149 p.
Formato: PDF
Tamanho:  4.99 MB
Servidor/Protetor: Mega/Adf.ly

SINOPSE


O livro discute e estimula reflexões de como as relações de consumo podem comprometer a qualidade de vida, a justiça social e a sobrevivência do planeta. Aborda os impactos socioambientais das ações do homem nas esferas da produção, circulação e consumo, alertando para a necessidade de se adotar um uso mais sustentável do meio ambiente. Nos vários textos constantes da obra, as cidades são vistas como materialidade das mudanças socioambientais, onde todas as relações sociais de produção devem ser enfocadas em sua totalidade. Entre os temas tratados, merecem destaque: a industrialização, o incentivo ao consumo e ao descarte descontrolado de materiais e as disparidades entre o superconsumo e o subconsumo, a dialética global/local, as alterações climáticas, o planejamento e as políticas públicas. Estas diferentes questões são analisadas sob perspectivas diversas, o que demonstra a amplitude da problemática da produção, circulação e consumo e seus impactos na atualidade.


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Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano - Silvia Aparecida Guarniere Ortigoza e Ana Tereza Caceres Cortez (Orgs)

Pau dos Ferros: Museu da UERN se destaca como ação de extensão

O Museu de Cultura Sertaneja (MCS) do Campus Avançado Maria Elisa de Albuquerque Maia (CAMEAM), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em Pau dos Ferros, está com exposição aberta, intitulada “Andanças e memórias dos vaqueiros no Alto Oeste potiguar”. A mostra é aberta ao público, das 8h às 17h.
As exposições funcionam com agendamentos de grupos escolares, grupos de idosos (CRAS), dentre outros, segundo informa o diretor do CAMEAM, Prof. Me. Jailson José dos Santos. O espaço recebe visitação de escolas da região do Alto Oeste e de várias partes do Estado.
O Museu trabalha com amostras temáticas da cultura sertaneja e já está na quarta exposição. A atual expõe a forma de ocupação da região, onde se cuidava da ajuntação de gado, como os vaqueiros se reuniam sob a sombra da oiticica onde deixavam suas marcas no “Pau dos Ferros”.
A próxima exposição já está em fase de pesquisa e tem como tema prévio a passagem da Coluna Prestes no Alto Oeste potiguar. “O Campus sempre faz chamada de divulgação em todas as instituições da região e tem impulsionado a interação da UERN com a população da região, via Museu de Cultura Sertaneja”, destaca.
“O museu é cadastrado no Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e é uma referência para a cultura e para a história regional”, frisa Jailson dos Santos. Desde o início de seu funcionamento, o museu já recebeu aproximadamente 6 mil visitantes, segundo o livro de registro.
O Museu de Cultura Sertaneja (MCS) da UERN foi idealizado pelo professor e pesquisador Gilton Sampaio de Sousa, então diretor do Campus da UERN em Pau dos Ferros, vinculado ao Grupo de Pesquisa em Memória e Identidade na Pós-Graduação, que com um grupo de servidores incentivou a criação do museu no ano de 2012.
UERN

A Região Nordeste e a utopia do desenvolvimento econômico

Resumo: 

O objetivo deste artigo é analisar o comportamento econômico e social da região Nordeste de meados do século XX e século XXI. A metodologia adotada procurou atender à análise das variáveis centrais – e seus respectivos cruzamentos - adotadas por Furtado sobre o enfoque teórico do subdesenvolvimento, através de sua apresentação na forma de tabelas e gráficos. 

Utilizou-se também como metodologia o Vw de Williamson e os intervalos quartílicos de renda para os municípios do Nordeste. A sua evolução histórica é marcada pelo atraso econômico e social e pelas disparidades econômicas regionais que repercutiram em desigualdades sociais regionais profundas. 

É inegável que nos últimos 50 anos esta região teve crescimento significativo, embora a questão das desigualdades intra e interregionais permanecessem. A possibilidade de correção das desigualdades foi pensada em meados de 1950, colocando-se em prática a partir da industrialização do Nordeste. 

Dos dados apresentados observou-se que apesar da industrialização, a mesma mantém-se em atraso relativo em relação ao Sul do país, pelo alto nível de pobreza e de desigualdade que ainda perdura quando comparado aos estados da região Sul e Sudeste, apesar dos avanços. A industrialização foi mais um processo de abertura à valorização do capital, aumento da concentração da renda em nível intra-regional (classes e estados) e inter-regional. 

A concentração fundiária é um elemento que ainda perdura e que, de certa forma, foi reforçado com a modernização de alguns setores da agropecuária. Desta forma, o desenvolvimento ainda é uma utopia. 

Palavras-chave: Nordeste; desigualdade; crescimento; desenvolvimento; modernização. 

DESIGUALDADE PELO BRASIL (2016-2017)


O 'MUNDO' POLÍTICO DO RN É SURREAL: "Fábio Dantas defende fim do poder das oligarquias"


Fábio e Vieira: combate às oligarquias (Foto: cedida)
O pré-candidato ao Governo do Estado e vice-governador dissidente, Fábio Dantas (PSB), cumpriu agenda na Região Seridó neste sábado (09). Nos compromissos, Fábio foi até em Parelhas e também passou por Caicó e Santana do Seridó. Fábio esteve acompanhado do pré-candidato ao Senado Federal pelo PSB, José Vieira, e pela deputada estadual Cristiane Dantas (PPL).
Pela manhã, Fábio e José Vieira participaram do programa Mesa Redonda, apresentado por Marcos Dantas e Joelma de Souza, na Rádio Rural de Parelhas AM 1470, entrevista também transmitida para a Rádio Rural de Caicó AM 830.
Eficiência
“Nós não podíamos tirar uma oligarquia quatro anos atrás e criar uma nova. Eu defendo muito a questão da gestão e não vamos ter um governador melhor para o Estado se não primarmos por uma gestão pública eficiente, uma gestão que se desprenda da classe política, das oligarquias. Vimos isso acontecer na Paraíba, com Ricardo Coutinho (PSB), que tem conseguido entregar os serviços que a população precisa”, disse Fábio durante o Mesa Redonda.
Nota do Blog – O pré-candidato ao governo, vice-governador dissidente Fábio Dantas, quer o fim das oligarquias tendo a mulher Cristiane Dantas como deputada estadual, além do pai Arlindo Dantas (eleito pelo PCdoB), como ex-deputado estadual e atual prefeito de São José do Mipibu.
O vice-governador é ainda neto dos já falecidos ex-deputado estadual Valdemar Veras e ex-vereadora Toinha Veras (com seis mandatos em Alexandria), bem como sobrinho do ex-deputado estadual Demócrito de Souza.
O.K.
Fábio Dantas já tinha tinha prometido “déficit zero” para a previdência estadual (veja  AQUI), numa canetada. Então, acabar o ciclo oligárquico do qual ele mesmo faz parte, é até uma “barbada”.
Blog Carlos Santos
É o caso de esperar sentado...
Resultado de imagem para EMOJI ANIMADO esperando sentado
... O ex-camarada aí é uma espécie de metamorfose política ambulante!

Parece piada, mas não é: toda vez que o (des)governo potiguar encaminhava algum 'pacote de maldades' para os deputados era o 'camarada de mostruário' que se encontrava no exercício do governo. 

Era o 'interino' que se ocupava do trabalho de 'ferrar' ainda mais o servidor, o contribuinte, o trabalhador...