o blá-blá-blá nas eleições...

Tá cada vez mais chato...

A chatice relacionada aos supostos defeitos e virtudes dos candidatos beira o insuportável.

Tem uns donos da verdade que apontam os defeitos dos outros como se fossem verdadeiras vestais. Acusam como se estivessem escorados em provas irrefutáveis e verdades absolutas: "fulano" é amigo de sonegador (sonegação é um crime, logo, o acusador pode formular uma denúncia ao Fisco ou outra autoridade competente e livrar o país de tão maléficas criaturas), "sicrana" é "sapatão" (e se for? Apontar as preferências sexuais dos indivíduos como sendo limitadores de caráter ou de capacidade já denuncia a "qualificação" do bravateiro), "beltrano é cachaceiro e drogado" (consumir bebida alcoólica não é crime no Brasil e alguns ex-presidentes se notabilizaram por gostarem da birita. Existem aqueles que abominam o consumo de álcool e têm todo direito de escolherem candidatos que não consomem bebida alcoólica. Já o consumo de outros tipos de drogas, como cocaína, pode configurar um crime grave, então, quem tem tanta certeza que candidato A ou B faz uso de entorpecentes da pesada, basta comunicar o fato a Polícia).

"Não voto em tal candidato por que é neoliberal". Ser taxado de 'neoliberal' é quase um desaforo para aqueles que acreditam que o Estado deve ser preponderante. De outro lado, aqueles que não acreditam no Estatismo afirmam que as diversas gradações de planificação econômica se apresentaram como as experiências mas nefastas da história.

Assim, assumindo-se socialista deveria votar nos candidatos que não vislumbram possibilidades de 'reforma' do capitalismo ou será, no máximo, um socialista vira-casaca como diria Lênin.

Os candidatos que defendem abertamente a 'superação' do capitalismo, são: Rui Costa Pimenta (PCO), José Maria (PSTU) e Luciana Genro (Psol).

Os demais, são 'reformistas'. Apenas se afastam modestamente para uma variante 'mais mercado' ou 'mais estado', mas permanecendo o invólucro capitalista, tem-se, considerando o tipo de argumentação que tanto gostam, como inegável que os capitalistas ganharão sempre.

Um estado mastodôntico serve tão somente aos amigos do "Rei", apenas isso, tendo em vista que o próprio estado é, ao final e ao cabo, o "garante" do modo de produção capitalista.

Ou seja, o déficit público trilionário que o Brasil apresenta não serve para financiar o "Bolsa Família", mas o "rentismo" e quanto mais o estado parasitário se apropriar de recursos da sociedade maiores serão os benefícios para os mais ricos.

Aumente a carga tributária em mais 10% e os ricos continuarão a ser ricos e os serviços públicos não serão "padrão Fifa", pois mais recursos apenas servirão para ampliar os mecanismos de apropriação privada de recursos públicos.

Simples. 

Modificar a "aparência" não muda a "essência" e a vida seguirá muito parecida para os beneficiários do Bolsa Família e os defensores de "reformas" que, apesar dos discursos, continuarão apaixonados pelo 'vil metal' e usufruindo de tudo aquilo que o dinheiro pode comprar (carros cada vez mais modernos, celulares e computadores de última geração, vinhos, viagens, etc.).

Os banqueiros nunca lucraram tanto e vão continuar, pois é assim que funciona o sistema: dinheiro atrai mais dinheiro e o estado serve a este propósito.

Tem um texto (Acerca do Infantilismo "de Esquerda" e do Espírito Pequeno-Burguês) que Lênin vocifera: "Lançar frases sonoras é uma propriedade dos intelectuais pequeno-burgueses desclassificados."

Marina, Dilma e Aécio têm diferenças programáticas irrelevantes frente ao essencial (defendem a manutenção do status quo). Rui Costa, José Maria e Luciana Genro promoveriam uma 'revolução'.

Conclusão: como são muito parecidos (na "essência"), tem-se que discutir: o cabelo, a orientação sexual, a cor da pele, a religião, o time de futebol... Profundo, não?

É chato, mas é melhor que seja assim. Afinal: "A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." (Winston Churchill)

E o capitalismo? Deixo o "neoliberal" (eheheh) Belluzzo explicar: "A pulsão de vida do capitalismo é sua pulsão de morte: a acumulação."

Portalegre: ex-assessor de comunicação da prefeitura declarou voto aos candidatos apoiados por José Augusto

Nota do blogueiro (Jornal Fanáticos por Portalegre):

Aqui no Brasil,  vivemos no formato democrático: Prevalece a vontade da maioria dos cidadãos. A maioria elege os governantes, que para não serem trocados, obrigatoriamente, tem que agradar a maioria. Obrigatoriamente,  para poder se eleger e representar o povo, o cidadão brasileiro precisa estar filiado a um partido e obter aprovação deste partido para se candidatar.

O Estado brasileiro é dividido politicamente em três esferas: A federal a estadual e a municipal: Os representantes federais se apegam as questões gerais de todo o território brasileiro. A luz das leis e decisões federais, os representantes estaduais ocupam-se das questões de interesse particular do seu estado(subdivisão do território do Estado brasileiro) . Os representantes municipais se ocupam das questões particulares de seu município. O município é a menor unidade territorial da federação.

Ora, é óbvio que por uma questão presencial, o representante direto do cidadão é o político municipal.  

Sendo assim, vejo que a melhor forma de moralizar a política e buscar melhoras para o meu município é concentrar o esforço, a confiança e a cobrança nos políticos locais. 

Ou seja, apoio aqueles políticos municipais que em minha opinião estão trabalhando melhor, e votos nos políticos da esfera estadual e federal de acordo com a indicação daqueles que apoio no município.

Desta forma, pela força do voto, cobramos dos nossos representantes locais bons resultados. Por sua vez, com interesse no voto da maioria, nossos representantes municipais cobram resultados dos seus representantes. Sem bons resultados, muda a indicação. E nesse jogo democrático evoluímos. 

A minoria descontente poderá ser beneficiada mesmo sem querer, através das medidas para a maioria, e desta forma passar a fazer parte da maioria, por contentamento. Ou poderá continuar descontente, provando sua razão,  através dos meios democráticos, tornando-se maioria por descontentamento.

Em outras palavras, é justamente a minoria descontente que faz o papel da mudança para melhor. O político que tem a maioria a seu favor não pode deixar a minoria descontente reclamando com razão, se não ela pode desestabilizar a opinião da maioria e derrotá-lo. Desta forma, ele precisa acolher também a minoria para evitar que ele mesmo vire minoria.

Viva a democracia!

Em Portalegre-Rn, atualmente, só há duas opções para o eleitor: ou apóia o grupo apelidado de Bacurau, liderado por Neto da Emater; ou apóia o grupo apelidado de Bicudo, liderado por José Augusto. Não existe outra opção.

Atualmente, sem dúvida, a melhor opção política para Portalegre-Rn é José Augusto para Prefeito em 2016.

Portanto,  voto nessas eleições nos candidatos indicados por José Augusto.

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Opinião de Antonio Sobrinho que, até dezembro de 2012, foi o Assessor de Comunicação da Prefeitura de Portalegre.

MP ajuíza ação de improbidade contra Gilson Moura e Sargento Siqueira

Ação diz respeito a esquema em 2010 para renúncia de Gilson e posse de Siqueira; “favor” contemplava suplente com mandato, foro privilegiado, além de deslocar ação penal da Operação Impacto

Os Promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal ajuizaram ação civil pública de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o deputado estadual Gilson Moura e Edson Siqueira de Lima, Sargento Siqueira.
A ação diz respeito a um esquema de troca de favores políticos em novembro de 2010, a partir de representação do deputado estadual Nelter Queiroz revelando que a então renúncia de Gilson Moura, apresentada à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte no dia 3 de novembro daquele ano, seria fruto de negociata com o então suplente, e coordenador de campanha do parlamentar, Sargento Siqueira.

A Procuradoria-Geral de Justiça instaurou Procedimento de Investigação Criminal e, ao fim do que restou apurado, encaminhou em maio último, o procedimento para as Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público para apuração de ato de improbidade.
Gilson Moura e Sargento Siqueira foram ouvidos pelo Ministério Público e negaram o acerto, alegando que a renúncia teria ocorrido porque o parlamentar precisava acompanhar o tratamento da irmã Gerlúcia Maria, acometida de doença grave.
O deputado Nelter Queiroz alegou na representação, que uma simples licença ou possivelmente eventuais faltas, justificadas, seria o suficiente para acompanhar o tratamento de saúde da irmã, e que Gilson optou pela renúncia porque, concedida a menos de 120 dias do fim do mandato, não iria requerer a convocação do suplente.
A ação traz o depoimento do médico da irmã de Gilson Moura, Marcos Alberto Arruda de Aquino, afirmando que o deputado só compareceu à consulta médica com a irmã, Gerlúcia Maria, quando foi para solicitar atestado comprovando a patologia dela. O médico informou ainda que o tratamento de Gerlúcia Maria apresentou padrões normais, dentro do que era esperado pela equipe médica.
O Ministério Público Estadual apurou ainda que a renúncia de Gilson Moura beneficiaria duplamente o Sargento Siqueira, pois além de ser contemplado com um mandato eletivo, o “favor” ainda provocaria o deslocamento de ação penal movida contra Siqueira, fruto da Operação Impacto, para a segunda instância, uma vez que assumindo o cargo Siqueira teria foro privilegiado, o que atrapalharia o andamento do processo.
A ação civil pública, que traz ainda os depoimentos dos deputados Getúlio Rego, Paulo Wagner e Kelps Lima pede, dentre outras, a condenação de Gilson Moura e Sargento Siqueira às sanções do artigo 12, inciso II da Lei Federal nº 8.429/92, a lei da improbidade administrativa. Estão entre elas a perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por três a cinco anos.
Confira aqui a íntegra da ação.
MPRN

Monte das Gameleiras: condenação do ex-prefeito por supressão e ocultação de documentos públicos

MPF já recorreu para aumentar pena de Reginaldo Félix

Uma ação penal de autoria do Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) resultou na condenação do ex-prefeito de Monte das Gameleiras, Reginaldo Félix de Pontes, por omissão na prestação de contas, além de supressão e ocultação de documentos públicos. Os crimes estão relacionados com as verbas que o ex-gestor recebeu do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para aplicar no Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja), em 2006; e no Programa Brasil Alfabetizado, em 2007.

Reginaldo Félix foi condenado a dois anos de detenção e a quatro anos e seis meses de reclusão, em regime inicialmente semiaberto, além do pagamento de 191 dias-multa. O MPF, no entanto, já recorreu para que as penalidades sejam aumentadas. O recurso deverá ser encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

A ação penal, assinada pelo procurador da República Rodrigo Telles, apontou que “o acusado simplesmente deixou de apresentar contas da aplicação das aludidas verbas e, muitos anos depois, apresentou-as incompletas”. O fato impediu, inclusive, o Município de celebrar novos convênios federais, devido à situação de inadimplência.

Ao fim do mandato, em dezembro de 2008, o ex-prefeito suprimiu e ocultou os documentos relativos à aplicação dos recursos repassadas pelo FNDE, com o objetivo de impedir que sua sucessora sanasse as irregularidades. Somente em 2011 Reginaldo Félix entregou duas caixas lacradas à ex-secretária de Finanças de Monte das Gameleiras, supostamente com a documentação que havia retirado irregularmente da Prefeitura.

Reginaldo Félix foi prefeito de Monte das Gameleiras de 2005 a 2008 e, pelo menos até março deste ano, ainda não havia prestado as contas.

Aumento das penas - No recurso, o Ministério Público Federal aponta circunstâncias judiciais desfavoráveis ao condenado que não foram consideradas quando da sentença de primeira instância e requer a elevação das sanções penais aplicadas.

O MPF alerta, por exemplo, para os maus antecedentes do condenado. Reginaldo Félix possui outra condenação criminal e responde a mais duas ações penais. A condenação, inclusive, se deveu à utilização indevida de dinheiro público para pagamento de sua empregada doméstica, de janeiro de 2005 a janeiro de 2007, que implicou em uma pena de oito anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado.

O ex-gestor ainda sofreu duas condenações cíveis pela prática de atos de improbidade administrativa no exercício do cargo de prefeito de Monte das Gameleiras; e responde também a outras 18 ações de improbidade na Justiça Federal e na Justiça Estadual do Rio Grande do Norte.

O processo que trata da omissão na prestação de contas e da supressão de documentos tramita na Justiça Federal sob o nº 0000379-96.2011.4.05.8400.
Assessoria de Comunicação - Procuradoria da República no RN

pesquisa seta/nominuto para governador

Reprodução/Seta Instituto
A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.
RN_seta_gov_espo_770
RN_seta_gov_rejei_770
A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.

pesquisa seta/nominuto para senador

Reprodução/Seta Instituto
A petista tem 31,8% das intenções de voto na pergunta estimulada. A líder do PSB tem 28,3% das preferências.

RN_seta_sen_espo_770
RN_seta_sen_rejei_770
A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.

pesquisa seta/nominuto pra presidente da república

Reprodução/Seta Instituto

Presidente Dilma tem larga margem de vantagem em pesquisa de Seta/Nominuto em todo o Rio Grande do Norte
RN_seta_presi_espo_770
RN_seta_presi_rejei_770
A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.