A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte paga um salário extra anualmente a seus deputados. Ou seja, enquanto comumente os contribuintes do Estado recebem 13 soldos, os parlamentares contam com 14 anualmente. O soldo vem disfarçado de verba indenizatória.
A prática é corriqueira em todo o País e é objeto de reportagem da revista IstoÉ desta semana. Nos últimos dias, o alvo da questão é o Senado Federal, que paga 15 salários a seus congressistas.
O recebimento indigna por si só, mas piora ainda mais pelo fato desses soldos extras serem travestidos de verbas indenizatórias, e isentos do desconto no imposto de renda.
Recentemente, por pressão da opinião pública, a Câmara Legislativa do Distrito Federal cancelou o pagamento dos 14º e 15º salários a seus deputados. Em São Paulo, foi a Justiça estadual que agiu e embargou o pagamento.
Já "nos Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Pará, o salário extra é concedido uma vez por ano", diz IstoÉ, que ainda conta: "Em Belo Horizonte, os 77 deputados estaduais recebem salários extras de R$ 20.042 duas vezes ao ano, como ajuda de custo. O mesmo acontece no Amazonas, Ceará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins e na Bahia".
Da última vez que se teve notícia de quanto um deputado recebe mensalmente - até o Ministério Público Estadual tem dificuldades para acessas as finanças da AL - o valor era de quase R$ 21 mil.
Na semana que passou, o senador Ivo Cassol tripudiou da nação ao justificar, numa aula de coronelismo, a manutenção dos salários extras: "Os políticos são mal remunerados. Se o dinheiro está na minha conta é porque é legal. Acho que quem votar a favor dessa proposta (o fim da mordomia) tem que devolver o dinheiro que recebeu. Nós temos que atender ao eleitor com pagamento de passagens, remédio e até com o pagamento de festas de formatura quando somos convidados para sermos patronos. Quem paga essa conta?".
A prática é corriqueira em todo o País e é objeto de reportagem da revista IstoÉ desta semana. Nos últimos dias, o alvo da questão é o Senado Federal, que paga 15 salários a seus congressistas.
O recebimento indigna por si só, mas piora ainda mais pelo fato desses soldos extras serem travestidos de verbas indenizatórias, e isentos do desconto no imposto de renda.
Recentemente, por pressão da opinião pública, a Câmara Legislativa do Distrito Federal cancelou o pagamento dos 14º e 15º salários a seus deputados. Em São Paulo, foi a Justiça estadual que agiu e embargou o pagamento.
Já "nos Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Pará, o salário extra é concedido uma vez por ano", diz IstoÉ, que ainda conta: "Em Belo Horizonte, os 77 deputados estaduais recebem salários extras de R$ 20.042 duas vezes ao ano, como ajuda de custo. O mesmo acontece no Amazonas, Ceará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins e na Bahia".
Da última vez que se teve notícia de quanto um deputado recebe mensalmente - até o Ministério Público Estadual tem dificuldades para acessas as finanças da AL - o valor era de quase R$ 21 mil.
Na semana que passou, o senador Ivo Cassol tripudiou da nação ao justificar, numa aula de coronelismo, a manutenção dos salários extras: "Os políticos são mal remunerados. Se o dinheiro está na minha conta é porque é legal. Acho que quem votar a favor dessa proposta (o fim da mordomia) tem que devolver o dinheiro que recebeu. Nós temos que atender ao eleitor com pagamento de passagens, remédio e até com o pagamento de festas de formatura quando somos convidados para sermos patronos. Quem paga essa conta?".
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