sexta-feira, 3 de julho de 2015

entrevista de robinson faria: acessem os links e aprendam como se faz jornalismo...

Abaixo os links com a entrevista completa do governador Robinson Faria.





blog Thaisa Galvão
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O convescote no intervalo do vídeo 1 "ensina" como se faz jornalismo e deve servir como parâmetro para as aulas de "ética", acaso exista essa disciplina na grade do curso.

Em 9:43, escuta-se a voz de uma entrevistadora: "O Sr. tá com uma cara ótima, viu?"; em seguida, ouve-se o entrevistador: "Tem algum assunto que o Sr. queira abordar governador?". E o governador: "Você pode pergunta sobre os decretos de devolução dos policiais, do hub, do acesso ao Aeroporto... de segurança você tem que falar até por que eu tô levando muita pancada sobre segurança..."

Em 10:13, após o governador dizer que está apanhando por causa das notícias negativas na segurança, escuta-se o entrevistador: "É eles estão se organizando bem nisso daí..."

Creio que o "eles" referido pelo entrevistador deve ser os jornalistas que noticiam aspectos negativos sobre a segurança pública no Estado. Fica a impressão que existe o "eles" (jornalistas de "oposição") e os entrevistadores do governador que seriam o "nós" (jornalistas de "situação").

A partir de então, o governador também menciona o "eles" e uma entrevistadora informa (ou presta conta?) que "...Desceu o cacete", após passar numa via que estava na escuridão e que tinha colocado no blog (creio que se trata da matéria do blog de Thaisa Galvão) que "segurança não se faz só com policiais na rua..."

Aí o governador lembrou: "a iluminação é o município, né?"

E a entrevistadora: "aí eu vou passar de novo pra ver se tá certo".

Incrível?

Em 11:03, o governador faz referência ao prefeito de Natal que teria criticado a rede estadual de saúde e constata: "Ele foi prefeito de Natal várias vezes e nunca fez o Hospital de Natal". Imediatamente, os entrevistadores: "só fecha" (voz masculina); "só fecha" (voz feminina).

E os entrevistadores dizem que tem alguém do lado do prefeito que deve tá pensando muito no governador: "Ela sabe que o lugar dela não é mais ali não" (voz feminina). O governador sorriu e a voz feminina lançou a seguinte pérola: "Ela sabe que pode ser candidata a prefeita com Robinson".

Depois dos risos, tem-se outro petardo: "E Parnamirim vai chegar junto?" e prossegue: "Senti que ali tem uma brecha enorme, gosta muito do Sr." (voz do entrevistador). Falam de Maurício que agora estaria livre (após a morte de Agnelo), orientam o governador a se aproximar (isso mesmo) e uma voz feminina diz que tem muita gente interessada em Parnamirim e citam, novamente, o prefeito de Natal.

O entrevistador pergunta, referindo-se ao prefeito de Natal: "E qual é a força que ele tem?" e a voz feminina: "Mas ele quer"...

Em 12:12 voltam a falar sobre a pauta da entrevista e falam que alguém [Henrique Alves] quer ser a "pauta", a voz da oposição e todos concordam que o melhor é ignorá-lo. O entrevistador rir e reafirmam que vão ignorar o opositor, mas o entrevistador lembra "Que só Zé Dias o Sr. precisa da uma resposta a ele".

Depois do intervalo continuaram a entrevista no estilo: Eu levanto a bola e o Sr. corta.

Muito bem!!!

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