Sidnéia escreveu: "Estamos em greve por salário? Sim, mas isso não é toda a história!!! Com salário defasado em mais de 50% aceitamos em 2014 a proposta do governo em parcelar em quatro anos o ajuste, mas teríamos que aguardar para 2015 a primeira parcela e também cortar gastos da instituição, executar um "Plano de Austeridade" na UERN."
"Muito do que vemos na UERN hoje é fruto de parcerias, convênios, projetos de professores que concorreram com instituições de todo Brasil e conseguiram obter êxito em muitos editais. Temos feito nossa parte e o mínimo que esperamos é que se CUMPRA O ACORDO!!! Queremos o fim da greve mas queremos também respeito. #emdefesadauern"
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