CASA DO ESPANTO tinha 20 contas bancárias distintas. mas para que tanta conta?

Em meio a reestruturação administrativa da Assembleia Legislativa também foi descoberto um fato inusitado – para dizer o mínimo. Até fevereiro, os recursos da Casa estavam pulverizados em 20 contas bancárias distintas. 

De acordo com Augusto Viveiros, secretário-geral da Presidência da Casa, as contas não tinham uma finalidade específica, mas dificultavam a gestão do recurso. Todas foram fechadas, com a criação de cinco novas para recursos da folha de ativos, inativos, do 13º salário, gastos de custeio e os depósito do Fundo Legislativo.

“A Assembleia estava com os recursos divididos em 20 contas. Cancelamos todas e ficamos com cinco. É muito melhor ter contas em apenas um banco, e melhor você aplicar R$ 5 milhões do que R$ 5 mil, pois é possível exigir algum retorno. Os recursos eram pulverizados e isso dificulta a gestão”, comentou. Segundo ele, aparentemente não foi identificada nenhuma irregularidade nas contas.

Outra medida administrativa foi capitanear recursos dentro da própria Assembleia Legislativa para pagar alguns gastos. Entre as políticas adotadas, por exemplo, foi a cobrança de aluguéis que entidades que utilizam espaços da Casa, como o restaurante e os bancos, além da cobrança de 3% sobre as consignações realizadas pelos servidores. Hoje, o fundo já conta com R$ 1 milhão em recursos, que custeiam a formação continuada de funcionários.

“Cursos de treinamento, já fizemos 160, contra 70 feitos no ano anterior. Dobramos os cursos e estamos implementando o mestrado”, citou o secretário-geral da Presidência.

Custeio


Nos gastos de custeio, a meta de economia era de 20% até dezembro. Até setembro, a economia chegou a R$ 6 milhões, segundo a Secretaria Legislativa da ALRN, o que corresponde a 14% da meta original de economia. Entre os cortes, segundo Viveiros, estão o cancelamento de 120 linhas telefônicas funcionais, com uma economia de R$ 700 mil por ano, e a devolução de dois prédios locados, com uma economia de mais R$ 2 milhões/ano. Medida da Presidência também determinou a suspensão, até março de 2016, de todos os projetos sociais da casa, como Assembleia Cidadã e Assembleia Mirim, até que todos os projetos sejam revistos. 

De acordo com Viveiros, mesmo com os cortes não foi possível evitar o aumento do orçamento da Casa para 2016, exigindo um reajuste no valor do duodécimo a ser repassado pelo Executivo no próximo ano. 

“Não é possível ter um orçamento menor do que o atual. Porque suspendemos todos os programas sociais? Várias razões. A primeira pelo corte, já que não tínhamos recurso, outra para estudar o que isso vale, pois não é atribuição específica do poder legislativo. É um trabalho do Estado, não nosso, mas resulta num jogo de ficar questionando os gastos. Nós vamos continuar com aquilo que tem o melhor custo benefício. Precisamos é de um estudo aprofundado para saber com o realmente o que podemos arcar”, asseverou. 



TRIBUNA DO NORTE
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Aí vem a vovozinha e pergunta: mas para que tanta conta?
Resposta: é para gastar melhor seu rico dinheirinho...
E a vovozinha: tais brincando, né?

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