Resumo
Este trabalho analisa, com base em dados de 2010, a organização social no Brasil,
medida pela distribuição das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos
(FASFIL), comparando-as com os principais indicadores socioeconômicos.
Para tanto,
é adotado o conceito, apoiado na noção de capital social (PUTNAM, 1996), de
capital socioterritorial, que valoriza o enredamento territorial, os laços de coesão
e de cooperação e o enraizamento territorial. Inicialmente, é feita uma análise da
relação Pessoas por FASFIL com o PIB per capita para as Grandes Regiões e para
as Unidades da Federação.
Os resultados confirmam os desequilíbrios regionais
e os desequilíbrios interestaduais, isto é, onde a relação Pessoas/ FASFIL é mais
favorável, a renda per capita é maior.
Em seguida, a análise é feita para as principais
regiões metropolitanas e para as metrópoles, envolvendo, além do PIB per capita,
sete indicadores socioeconômicos (IDH, Índice de Gini, Esperança de vida ao
nascer, Mortalidade infantil, Pessoas com nível superior completo, Porcentagem
de vulneráveis à pobreza e Formalização dos ocupados). Os resultados são mais
expressivos do que na escala das Unidades da Federação, especialmente no nível
das metrópoles, ou seja, expressam mais destacadamente a relação entre FASFIL
e capital socioterritorial.
Texto completo: AQUI
Nenhum comentário:
Postar um comentário