RELAÇÕES DE TRABALHO NA COTONICULTURA DO OESTE PAULISTA (1930 A 1960): UMA VISÃO DO ARQUIVO DO FÓRUM DA COMARCA DE ASSIS


O surto algodoeiro no Oeste Paulista é analisado a partir de documentação jurídica do Arquivo do Fórum da Comarca de Assis. Dois argumentos da historiografia são confirmados: a existência de meeiros e parceiros, que cultivavam terrenos agrícolas para algodão, pagando em dinheiro ou espécie, um valor fixo ou variável, satisfazendo assim tanto as necessidades do proprietário quanto do trabalhador rural; e os aspectos críticos dos conflitos entre arrendatário e proprietário, a existência da subcontratação no cultivo de algodão e a aptidão do algodão na criação de direitos jurídicos sobre a terra. 

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