O ENSINO ECONÔMICO NO CONTEXTO INTERNACIONAL: NOTAS SOBRE MOVIMENTOS CRÍTICOS ATUAIS

Lauro Mattei

INTRODUÇÃO 

Todos sabemos que a Economia é uma Ciência Social complexa e inexata. Portanto, procurar reduzi-la e/ou transformá-la a meros resultados matemáticos significa o abandono completo daquilo que é (ou deveria ser) o mais atrativo e relevante no ensino econômico: compreender criticamente essa complexidade à luz das diversas teorias econômicas e, ao mesmo tempo, rejeitar o mito de que há apenas uma única maneira de se ensinar e aprender essa ciência social. 

Após décadas de expansão econômica no período do pós-guerra – as chamadas décadas de ouro do capitalismo mundial – a economia global entrou em crise nas décadas de 1980 e 1990. Essas crises econômicas, além de terem destruído grande parte das economias dos países em desenvolvimento, deixaram profundas marcas no ensino econômico que se seguiu posteriormente. Pode-se dizer que a partir de então os ensinamentos econômicos passaram a ser cada vez mais limitados, intolerantes e ahistóricos, ao mesmo tempo em que se isolaram e até mesmo se separaram do mundo real. Com isso, cada vez mais estudantes estão sendo preparados muito mais para resolver equações abstratas do que para entender criticamente os problemas reais da economia de um país ou da economia mundial.

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