sexta-feira, 4 de setembro de 2026

GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE - ELEIÇÕES 2026: PROPOSTAS DE GOVERNO

nove candidaturas registradas para governador do Rio Grande do Norte: Allyson, Álvaro Dias, Arinalda do MLB, Cadu de Lula, Carlos Jararaca, Dário Barbosa, Henrique Lyra, Professor Robério Paulino e Rodrigo Bolsonaro.

O TSE mantém uma base específica das candidaturas de 2026, que inclui o campo de “Proposta de governo”, e o DivulgaCandContas disponibiliza os documentos apresentados pelos candidatos. (AQUI)

Candidato

Partido

Extensão do documento

Estrutura/conteúdo registrado

Allyson

União Brasil

44 pág.

Desenvolvimento econômico, gestão pública, educação, saúde, segurança, infraestrutura, recursos hídricos, meio ambiente, mobilidade, inclusão e políticas para mulheres.

Álvaro Dias

PL

94 pág.

Estado e gestão, desenvolvimento econômico, turismo, cultura, indústria/mineração, saneamento, habitação, saúde, educação, segurança, assistência social, meio ambiente e recursos hídricos.

Arinalda do MLB

UP

9 pág.

Trabalho e desenvolvimento econômico, mobilidade, serviços públicos, reforma urbana e agrária, participação popular e propostas de orientação socialista.

Cadu de Lula

PT

74 pág.

13 eixos, abrangendo desenvolvimento econômico, trabalho e renda, Estado digital, educação/ciência/tecnologia, saúde, segurança, proteção social, direitos, desenvolvimento territorial e sustentabilidade.

Carlos Jararaca

DC

65 pág.

Dez eixos estratégicos, incluindo governo eficiente, desenvolvimento econômico, saúde, educação, segurança, infraestrutura, desenvolvimento regional, transformação digital, sustentabilidade e gestão por resultados.

Dário Barbosa

PSTU

5 pág.

Programa socialista com desenvolvimento/emprego, saúde pública, educação, segurança e infraestrutura, incluindo medidas de estatização, concursos e obras públicas.

Henrique Lyra

PCO

7 pág.

Documento apresentado como programa político/manifesto do PCO, com caráter nacional e propostas de ruptura com o modelo econômico vigente.

Professor Robério Paulino

PSOL

14 pág.

Programa inicial com educação, erradicação do analfabetismo, formação docente, ciência/tecnologia, infraestrutura, desenvolvimento regional e questões ambientais.

Rodrigo Bolsonaro

Agir

3 pág.

Quatro eixos: saúde pública; desenvolvimento econômico e infraestrutura; segurança pública; educação.

A existência e extensão dos documentos acima constam dos registros consultados. Por exemplo, o documento de Allyson tem 44 páginas, o de Álvaro 94, o de Cadu 74, o de Carlos Jararaca 65, o de Dário 5, o de Henrique 7 e o de Robério 14.

1. Allyson - União Brasil

O programa parte de um diagnóstico sobre as vocações econômicas do RN – agropecuária, petróleo e gás, energias renováveis, mineração, sal, economia do mar, turismo e economia criativa – e propõe um Estado com capacidade de planejamento, execução e avaliação.

Entre as medidas explicitamente registradas aparecem:

  • compras públicas da agricultura familiar;
  • reforma e manutenção permanente das escolas;
  • material escolar e fardamento;
  • fortalecimento do ensino médio;
  • integração das forças de segurança;
  • planejamento territorial do policiamento;
  • recuperação das rodovias estaduais;
  • cooperação com a União para BR-304 e outras rodovias;
  • sistema de gestão e rastreabilidade de medicamentos;
  • política estadual para mulheres;
  • próteses, órteses e tecnologia assistiva;
  • ações de saúde regionalizada.

O documento também prevê políticas de alfabetização, educação profissional, conectividade e valorização dos profissionais da educação.

2. Álvaro Dias - PL

É o maior dos documentos encontrados: 94 páginas. A estrutura apresenta cinco grandes eixos, incluindo Estado e gestão, desenvolvimento econômico, saúde/educação/segurança/desenvolvimento social e sustentabilidade.

O programa contém propostas para:

  • modernização e gestão por resultados;
  • gestão de pessoas e previdência;
  • transformação digital;
  • turismo e cultura;
  • indústria, mineração e novas atividades econômicas;
  • saneamento e habitação;
  • saúde;
  • educação;
  • segurança pública;
  • assistência social;
  • combate à pobreza;
  • primeira infância;
  • juventude;
  • mulheres;
  • pessoa idosa;
  • pessoas com deficiência;
  • meio ambiente;
  • recursos hídricos.

Na saúde, por exemplo, o documento prevê o RN Saúde 2030, integração do sistema estadual de regulação, painéis públicos de filas e indicadores, ampliação da capacidade assistencial e consórcios interfederativos. Na educação, prevê alfabetização, expansão da educação profissional, educação digital, infraestrutura escolar e fortalecimento da UERN.

3. Arinalda do MLB - UP

O documento da Unidade Popular tem 9 páginas e apresenta explicitamente a proposta de “poder popular e socialismo”.

Entre as propostas registradas estão:

  • jornada de 30 horas semanais para o funcionalismo e demais trabalhadores;
  • aumento do salário mínimo para trabalhadores que recebem um salário mínimo;
  • fim da escala 6×1;
  • concursos públicos;
  • reversão de privatizações;
  • frentes emergenciais de trabalho;
  • reativação de parques industriais;
  • criação de banco estadual;
  • participação popular no controle das finanças;
  • estatização do transporte estadual;
  • passe livre;
  • expansão ferroviária;
  • ampliação de ciclovias;
  • reforma agrária e urbana;
  • políticas de habitação e infraestrutura nos bairros populares.

O documento também aborda controle popular da produção, distribuição de riquezas e setores considerados estratégicos pela candidatura.


4. Cadu de Lula - PT

O documento possui 74 páginas e é organizado em 13 eixos. O título apresentado é “RN que cresce cuidando de gente”.

Os eixos incluem:

  1. Desenvolvimento econômico, trabalho e renda;
  2. Estado eficiente, íntegro, digital e capaz de investir;
  3. educação, ciência, tecnologia e futuro;
  4. saúde, cuidado e qualidade de vida;
  5. segurança pública, proteção da vida e cidadania;
  6. sustentabilidade, justiça climática e futuro;
  7. desenvolvimento territorial e redução de desigualdades;
  8. proteção social;
  9. políticas para mulheres;
  10. juventude;
  11. cultura;
  12. infraestrutura e logística;
  13. temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e à integração territorial.

O documento enfatiza a integração entre crescimento econômico, capacidade estatal, direitos, cuidado, território e sustentabilidade. Na saúde, menciona regionalização do SUS, gestão de leitos, regulação e integração de dados. Também prevê fortalecimento da UERN e da FAPERN.

5. Carlos Jararaca - DC

O plano tem 65 páginas e é estruturado em dez eixos:

  1. Governo eficiente;
  2. Desenvolvimento econômico;
  3. Saúde de qualidade;
  4. Educação para o futuro;
  5. Segurança pública integrada;
  6. Infraestrutura e mobilidade;
  7. Desenvolvimento regional;
  8. Transformação digital;
  9. Sustentabilidade ambiental;
  10. Gestão orientada por resultados.

O programa também apresenta princípios de administração como transparência, responsabilidade fiscal, eficiência, inovação e participação social.

Na área econômica, contempla agricultura, fruticultura, turismo, indústria, energia, mineração, economia do mar e economia criativa. Na administração pública, propõe digitalização e desburocratização.


6. Dário Barbosa - PSTU

O programa possui 5 páginas e se apresenta explicitamente como um programa socialista voltado à classe trabalhadora.

No desenvolvimento econômico e emprego, estão registradas propostas como:

  • cobrança da dívida ativa de grandes empresas;
  • fim de isenções fiscais para grandes empresários;
  • impostos progressivos para grandes empresas;
  • plano de obras públicas e estatais;
  • construção/ampliação de hospitais, escolas e moradias;
  • saneamento e transporte coletivo;
  • concursos públicos;
  • expansão de restaurantes populares.

Na saúde, o documento propõe, entre outras medidas, destinar 25% da Receita Total do Estado à saúde pública, dobrar investimentos estaduais e fortalecer um SUS público e estatal.


7. Henrique Lyra - PCO

O documento registrado possui 7 páginas. O próprio registro informa que o mesmo arquivo foi utilizado pelo PCO em candidaturas de outros estados e na candidatura presidencial do partido.

O documento tem formato mais próximo de manifesto/programa político do que de uma lista extensa de metas administrativas específicas. Por isso, sua leitura exige atenção ao conteúdo político e às diretrizes gerais, e não apenas a verbos de ação ou metas numéricas.


8. Professor Robério Paulino - PSOL

O documento tem 14 páginas e é identificado como “Programa Inicial da Candidatura”, para o período 2027–2030.

A educação ocupa posição importante no documento. Entre as propostas está a erradicação do analfabetismo nos dois primeiros anos, mediante um programa envolvendo educadores, estudantes e voluntários. Também é proposta uma política permanente de formação docente, envolvendo UERN, UFRN, IFRN e outras instituições.

O documento também propõe formação dos professores em inteligência artificial e cultura digital.

Além da educação, o diagnóstico aborda infraestrutura, logística, meio ambiente, desertificação do semiárido e desenvolvimento do Estado.


9. Rodrigo Bolsonaro - Agir

O documento possui 3 páginas e é organizado em quatro eixos: Saúde Pública; Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura; Segurança Pública; Educação.

Entre as propostas registradas estão:

Saúde

  • laboratórios de análises clínicas nos polos regionais;
  • ampliação da entrega de medicamentos;
  • redução das filas de exames e cirurgias;
  • hospitais metropolitanos e por polo.

Economia e infraestrutura

  • reivindicação da responsabilidade sobre Fernando de Noronha em parceria com a União;
  • reativação do Aeroporto Augusto Severo;
  • uso do Aluízio Alves para cargas;
  • seis Centros Industriais Avançados;
  • redução de impostos para fábricas e indústrias;
  • novo Banco do RN;
  • investimentos em energia eólica, solar e terras raras;
  • terceira ponte em Natal;
  • recuperação/duplicação de rodovias;
  • porto marítimo;
  • apoio à agricultura, pesca e cooperativas.

Segurança

  • duas penitenciárias de segurança máxima;
  • concursos para 10 mil policiais militares, 5 mil policiais civis e 2 mil policiais penais;
  • novas viaturas e equipamentos;
  • novos batalhões e delegacias.

Educação

  • construção e reforma de escolas;
  • aumento salarial de 10% para professores a partir de março de 2027;
  • alimentação escolar;
  • escolas militares por polo;
  • oportunidades para profissionais recém-formados.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

DIVULGAÇÃO: Artigo aprovado e apresentado no XXXI ENEP - 2026

 Acesso:

1468. OS CAMINHOS DO (SUB)DESENVOLVIMENTO E O PAPEL DO ESTADO BURGUÊS PERIFÉRICO: REFLEXÕES SOBRE A REALIDADE BRASILEIRA
Boanerges de Freitas Barreto Filho (UERN/CAPF); Francisco do O' de Lima Júnior (URCA) 

RESUMO: O presente artigo tem como objetivo discutir o (sub)desenvolvimento e o papel do Estado burguês periférico, tomando como referência a realidade brasileira. Para tanto, recorreu-se à pesquisa bibliográfica em autores que tratam sobre as perspectivas do desenvolvimento, com ênfase nos delineamentos gerais sobre a defesa do liberalismo econômico ou do intervencionismo estatal, bem como referenciais contribuintes para esboçar que o subdesenvolvimento é um desdobramento do modo de produção escravista colonial. Mostrou-se que as estruturas montadas para viabilização do propósito de extração de riquezas coloniais não desapareceram após a Independência política, na verdade, foram alteradas para usufruto das elites nacionais associadas aos interesses do centro dominante do Modo de Produção Capitalista (MPC). Conclui-se que o legado estrutural arcaico do colonialismo de exploração condicionou o processo de desenvolvimento brasileiro para um tipo específico: o subdesenvolvimento. Ademais, a natureza expansível do capital impôs determinantes ao processo de desenvolvimento, e mesmo não eliminando por completo a ocorrência de avanços das forças produtivas e mudanças nas relações de produção e de propriedade, inclusive a acumulação endógena de capital, limitou a execução de um verdadeiro projeto social, centrado na melhoria de vida da população. Palavras-chave: Legado estrutural. Estado burguês periférico. Desenvolvimento. Subdesenvolvimento. Brasil. 

Acesso ao artigo completo: AQUI 

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

DIVULGAÇÃO: A crise de 1929: padrão-ouro clássico e mercados autorregulados

Resumo: Este artigo analisa a crise econômica de 1929 à luz das relações entre o padrão-ouro e a crença na capacidade autorreguladora dos mercados. Fundamentado em uma abordagem histórico-analítica e em revisão bibliográfica especializada, além de orientado por uma lógica hipotético-dedutiva, o estudo examina o processo de restauração do padrão-ouro no pós-Primeira Guerra Mundial, a trajetória da economia norte-americana durante a década de 1920 e as respostas inicialmente adotadas diante da Grande Depressão. Parte-se da hipótese de que a combinação da rigidez institucional do Sistema Monetário Internacional baseado no padrão-ouro com a predominância de concepções favoráveis à limitada intervenção estatal restringiu a capacidade de reação das autoridades econômicas diante dos desequilíbrios acumulados ao longo da década. Os resultados indicam que o padrão-ouro ampliou as dificuldades para o ajuste econômico ao limitar a flexibilidade das políticas monetárias e favorecer a propagação da crise no âmbito internacional. Simultaneamente, a confiança nos mecanismos de mercado contribuiu para a subestimação dos riscos associados à expansão do crédito, à especulação financeira e à crescente fragilidade de determinados setores da economia. Conclui-se que a Grande Depressão representou não apenas uma ruptura econômica de grandes proporções, mas também o questionamento dos fundamentos institucionais e intelectuais da ordem liberal vigente, abrindo espaço para formas mais abrangentes de intervenção estatal na condução da política econômica. Palavras-Chave: Grande Depressão de 1929. Dominância teórica. Mercados autorregulados. Padrão-ouro.

Leia o artigo completo: AQUI

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

DIVULGAÇÃO: Dinâmicas Socioterritoriais e Econômicas no Alto Oeste Potiguar - Vol. I - Coleção: Ciência também é Vida!

O livro foi concebido para reunir textos referentes às dinâmicas socioterritoriais e econômicas do Alto Oeste Potiguar (AOP), uma vez que as referências sobre o recorte geográfico proposto ainda são escassas. Busca-se colocar o AOP em evidência, a partir de reflexões sobre a geoeconomia, com ênfase nas permanências e em algumas mudanças recentes. 

A espacialização do AOP contempla 37 municípios do Rio Grande do Norte, todos no Semiárido, com extensão de 5.265,573 Km², quase 10% da área do estado, e população total de 242.006 habitantes, aproximadamente 7,6% da população estadual, em 2010, dos quais 162.200 habitantes viviam na área urbana, o que correspondia a 67%, enquanto 79.806 pessoas viviam na área rural, o que correspondia a 33% do total (IBGE, 2010). Os dados mais atualizados apontam população total de 242.412 habitantes, aproximadamente 7,34% da população estadual, em 2022 (IBGE, 2022). 

Algumas características semelhantes da espacialização, como a semiaridez, exigiram adaptações das populações, consequentemente, influenciaram comportamentos e instrumentalizaram formas específicas para explorar às potencialidades existentes, aspectos que denotam inter-relacionamentos dinâmicos (Natureza-Sociedade-Espaço-Economia) e sugerem condicionamentos ao processo de desenvolvimento.

Para acessar o e-book clique AQUI

terça-feira, 18 de agosto de 2026

E-BOOK: Dinâmicas Socioterritoriais e Econômicas no Alto Oeste Potiguar - Vol. II

CAPÍTULO 1 – POLÍTICAS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA E ECONOMIA LOCAL: O Programa Bolsa Família em Coronel João Pessoa-RN

O primeiro capítulo analisa os impactos do Programa Bolsa Família sobre a dinâmica econômica local no município de Coronel João Pessoa-RN. A discussão enfatiza o papel das políticas de transferência de renda na dinamização dos mercados locais, articulando o debate com a literatura sobre a estrutura urbana regional. (p. 09-46).

CAPÍTULO 2 – AGRICULTURA FAMILIAR E POLÍTICAS DE ABASTECIMENTO: O PAA em Antônio Martins-RN
O segundo capítulo examina a importância do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para a agricultura familiar no município de Antônio Martins-RN. O estudo apresenta uma síntese das políticas públicas voltadas ao setor e analisa seus efeitos socioeconômicos no contexto local. (p. 47-87).

CAPÍTULO 3 – POLÍTICAS PÚBLICAS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O caso de Rafael Fernandes-RN
O terceiro capítulo aborda o ciclo de políticas públicas e sua relação com a promoção do desenvolvimento sustentável no município de Rafael Fernandes-RN. A análise fundamenta-se no referencial do Ciclo de Políticas Públicas, examinando os processos de formulação, implementação e institucionalização dessas políticas. (p. 88-137).

CAPÍTULO 4 – DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL E INDICADORES SOCIAIS: Análise do Território do Alto Oeste
O quarto capítulo discute o desenvolvimento territorial no âmbito do Território da Cidadania do Alto Oeste, tomando como referência o Índice Social de Desenvolvimento Municipal (ISDM). O texto analisa os fundamentos das políticas territoriais e sua aplicação no conjunto dos municípios do Território Alto Oeste. (p. 138-179).

CAPÍTULO 5 – ASSOCIATIVISMO E ORGANIZAÇÃO SOCIAL NO SEMIÁRIDO: Experiências em Portalegre-RN
O quinto capítulo examina o associativismo no município de Portalegre-RN, destacando suas contribuições para a organização social, geração de renda e enfrentamento das desigualdades no Semiárido. (p. 180-209).

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DIVULGAÇÃO: DINÂMICAS SOCIOTERRITORIAIS E ECONÔMICAS NO ALTO OESTE POTIGUAR - Volume II

 E-book publicado pela EDUERN.

A presente coletânea reúne estudos que analisam diferentes dimensões das dinâmicas socioterritoriais e econômicas do Alto Oeste Potiguar (AOP), região inserida no Semiárido brasileiro e marcada por especificidades ambientais, sociais e institucionais que condicionam sua formação histórica e organização espacial. 

A condição de semiaridez constitui um dos principais fatores estruturantes desse espaço regional. Ao longo do tempo, esse condicionante ambiental impôs adaptações às populações locais, influenciando estratégias produtivas, formas de organização social e padrões de uso dos recursos naturais. 

Nesse contexto, configuraram-se arranjos socioterritoriais específicos, nos quais as relações entre natureza, sociedade, espaço e economia se apresentam de forma profundamente interdependente. Tais inter-relações são fundamentais para a compreensão dos condicionantes históricos e estruturais que permeiam os processos de desenvolvimento regional no Semiárido. 

O e-book está estruturado em capítulos que abordam essas dinâmicas a partir de diferentes perspectivas analíticas, contemplando temas como políticas públicas, agricultura familiar, desenvolvimento sustentável, desenvolvimento territorial e formas de organização coletiva da sociedade civil.

Para acessar o e-book clique AQUI