Segundo Peterke, um fato que chama a atenção na Paraíba é a ausência da condenação de pessoas devido ao tráfico internacional de pessoas. Ele afirmou que em estados vizinhos, como no Rio Grande do Norte, já existem condenações.
O pesquisador mencionou o tráfico internacional de travestis, que são aliciados no interior do estado e obrigados a fazer cirurgias de forma artesanal e insegura para em seguida viajarem para a Itália. De acordo com o professor, foram identificadas pelo menos 20 vítimas, sendo que houve uma morte em decorrência de uma cirurgia mal feita.
O pesquisador destacou também que a exploração sexual de crianças e adolescentes, o trabalho escravo nas fazendas e o trabalho doméstico são outros crimes relacionados com o tráfico de pessoas na Paraíba. O maior número, segundo dele, acontece na exploração sexual de menores.
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