terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Alexandria: foi preso no Espírito Santo o condenado pelo assassinato do médico Gentil Oliveira


via blog do Robson Pires
tostaoAtravés de um trabalho em conjunto com o setor de inteligência da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, a Polícia Civil do Espírito Santo prendeu na manhã de hoje, na cidade de Aracruz/ES, o foragido Evaristo Mesquita de Figueiredo (foto), vulgo “Tostão”. Ele é condenado pelo assassinato do médico Gentil Oliveira.  O crime aconteceu há mais de 20 anos, na cidade de Alexandria/RN.
No momento da prisão, o foragido estava utilizando documentos falsos em nome de Marcus Nunes da Silva. Evaristo Mesquita será encaminhado para o Rio Grande do Norte por policiais da Delegacia de Capturas nos próximos dias.

Atualizando: a morte do médico Gentil Oliveira ocorreu em maio de 1989 e repercutiu bastante em todo o RN. Vejam o destaque dado pela Tribuna do Norte à época:

O julgamento ocorreu em 2011 e também repercutiu na imprensa potiguar. Leiam a matéria publicada no Jornal Correio da Tarde em 14-11-2011:

Após 22 anos do crime que vitimou o médico Gentil Paiva de Oliveira, na cidade de Alexandria, o julgamento dos dois assassinos resultou na condenação dos mesmos pelo homicídio qualificado ocorrido em maio de 1989. Wildenberg Fernandes de Oliveira e Evaristo Mesquita de Figueiredo foram condenados em júri popular que aconteceu na segunda-feira (12) no município altooesteano.

Depois de cerca de 12h de julgamento no fórum de Alexandria, Wildenberg Fernandes recebeu a sentença de 23 anos de prisão e Evaristo Mesquita foi condenado a 17 anos e três meses pelo crime que transtornou a cidade. 


Os réus permanecem foragidos após expedições de mandados de prisão preventiva e foram representados pelo advogado Caio Graco Pereira de Paula. O Ministério Público teve como representante o promotor de Justiça Sidharta John. Após exposição das teses de acusação e defesa, coube a sete pessoas do júri popular decidir pela condenação. O julgamento foi presidido pelo juiz José Ricardo Dahbar Arbex. Dezenas de amigos e familiares da vítima e dos réus lotaram o plenário do fórum. Devido a repercussão do caso, foi solicitado reforço policial para o júri. 

Aos 45 anos, o médico Gentil Oliveira, foi baleado pelo menos 12 vezes. Depois que levou os tiros, Gentil foi socorrido para Pau dos Ferros e em seguida para Natal. O médico terminou morrendo três dias depois em um hospital em Recife, Pernambuco. 

Informações veiculadas na época do ocorrido deram conta de que, antes de morrer, Gentil teria revelado os nomes dos autores dos tiros. Relatos preliminares apontam que o crime teria tido motivação política.

Nenhum comentário:

Postar um comentário