Primeiras definições
Não obstante a história do pensamento econômico registre que a expressão
Economia política tenha aparecido só no século XVII com a publicação, no
ano de 1615, do Traité de l’Économie Politique, do mercantilista francês
Antoine de Montchrétien (1575-1621), há autores que a atribuem a Aristóteles
(384-322, a.C.).
Na verdade, tenha ou não Aristóteles empregado essa expressão para
designar essa complexa ciência que hoje se ocupa do desenvolvimento, da
inflação de preços, do desemprego, do nível da renda social, das recessões e da
plena utilização dos escassos recursos do sistema econômico, o fato é que esse
notável discípulo de Platão é considerado o fundador de muitas ciências e também
– observa J. F. BELL 1 – o primeiro analista econômico. Em sua época,
porém, Economia era considerada como a ciência da administração da
comunidade doméstica. O núcleo central das ciências econômicas, seu campo
de ação e sua definição derivariam, então, da própria etimologia da palavra Economia
– do grego oikonomia, de oikos = casa, nomos = lei.
Tratava-se, pois, de um ramo do conhecimento destinado a abranger apenas o
campo comunal da atividade econômica, em suas mais simples funções de produção
e distribuição. Como a teria definido Aristóteles, a Economia era a ciência
do abastecimento, que trata da arte da aquisição.
Da antiguidade à renascença, as questões econômicas assumiram
gradualmente maior importância, com o aparecimento de formas de organização
mais complexas que as do primitivo regime de comunidades domésticas.
Nesse período, foram abundantemente discutidos os sistemas da posse
territorial, a servidão, a arrecadação tributária, a organização das
corporações de possessores, dos artificia e das fraternitates, a
exploração pré-capitalista das fazendas e ainda as questões relacionadas à
concessão de mercados, ao comércio inter-regional, às guildas e à cunhagem e
emprego de moedas.
Todavia, as dimensões da Economia só se alargariam no período pós-renascentista,
quando o desenvolvimento dos novos Estados-nações da França, Alemanha,
Inglaterra, Espanha e Portugal e, particularmente, a descoberta da América
impuseram a necessidade de a análise econômica se desligar das questões
puramente éticas, às quais se mantivera ligada como que por um cordão umbilical
e pelas quais se deixara eclipsar durante longos séculos. Nesse novo período,
os escritores mercantilistas desenvolveriam diversos estudos sobre a
administração dos bens e rendas do Estado, ampliando-se então, de forma
extraordinária, o campo de ação da Economia.
Nessa nova fase, devido ao alargamento das dimensões do mundo econômico
e à consolidação da figura política do Estado-nação, a Economia passaria então
a ser considerada muito mais do que um simples ramo do conhecimento devotado à
administração da comunidade doméstica. Suas funções e dimensões também se
ampliaram. Na maior parte das obras dos escritores pós-renascentistas, a
Economia seria definida como um ramo do conhecimento
essencialmente voltado para a melhor administração do Estado, sob o objetivo
central de promover o seu fortalecimento.
Definições clássicas
Esse grande salto, porém, não seria definitivo, pois só no século XVIII
é que a Economia iria desenvolver-se e ingressar em sua fase científica.
Naquele século, considerado como a Idade da Razão ou a Época do
Iluminismo, os pensadores econômicos procurariam reformular os princípios
fundamentais da Economia. Duas importantes obras foram publicadas, em 1758 e
1776: Tableau Économique de François Quesnay, e An lnquiry into the
Nature and Causes of the Wedth of Nations, de Adam Smith. A partir das
obras desses dois autores – fundadores de duas importantes escolas econômicas
na França e na Inglaterra –, os pensadores econômicos iriam dedicar-se à
descoberta e análise dos princípios, das teorias e das leis que pudessem ser
estabelecidas em cada um dos três grandes compartimentos da atividade
econômica: formação, distribuição e consumo das riquezas.
Esses três compartimentos formariam as bases de uma nova trilogia
teórica, sobre a qual, a partir de então, se baseariam as definições clássicas
da Economia. Basearam-se nela as definições do pastor Malthus, do financista
John Law, do político Stuart Mill, do médico-economista François Quesnay, do
banqueiro Richard Cantillon, do negociante David Ricardo e do teórico Jean
Baptiste Say. Este último, considerado como um dos mais notáveis discípulos do
classicismo na França, assim definia a Economia, em seu Traité d’Économie
Politique, publicado em 1803: A Economia Política torna conhecida
a natureza da riqueza; desse conhecimento de sua natureza deduz os meios de sua
formação, revela a ordem de sua distribuição e examina os fenômenos envolvidos
em sua destruição, praticada através do consumo.
As definições clássicas da Economia fundamentavam-se, assim, nos três
compartimentos básicos da atividade econômica. Da formação ao consumo
das riquezas, passando pela sua distribuição, toda a atividade econômica
haveria de ser cuidadosamente classificada, investigada e submetida a um
coerente e completo conjunto de princípios, teorias e leis. Esta nova concepção
indicaria que as ciências econômicas se haviam definitivamente libertado dos
padrões pós-renascentistas, não se subjugando apenas ao atendimento dos objetivos
políticos do Estado. A partir das aberturas liberais desenvolvidas no século
XVIII, cuidaria a Economia de penetrar em cada um dos aspectos da atividade
econômica livre, investigando os fatores envolvidos no processo de formação das
riquezas, examinando os aspectos relacionados à sua distribuição e chegando,
afinal, a considerar a etapa última do consumo.
Esta abertura maior acomodava-se ao espírito cientificista do século
XVIII. A trilogia formação, distribuição e consumo, por abranger os momentos
essenciais da atividade econômica, ensejaria o aprofundamento da
investigação científica da vida econômica. Aliás, sob tais perspectivas é que
as ciências econômicas iriam experimentar um extraordinário desenvolvimento,
como um ramo do conhecimento, voltado para a percepção e a análise, em seu
todo, das questões relacionadas à riqueza.
A abordagem socialista
No século XIX, à concepção clássica da Economia somou-se a abordagem
socialista, de inspiração marxista. O binômio produção-distribuição – entendendo-se
distribuição no sentido de processo repartitivo ou, mais simplesmente, como
repartição – foi a base a partir da qual a perspectiva socialista construiu sua
concepção sobre a matéria de que se ocupa a Economia.
Os pontos básicos dessa perspectiva foram assim destacados por LANGE...
1- O homem, vivendo em uma sociedade que se encontra em certo nível de
desenvolvimento histórico, sente necessidades de naturezas diversas. Uma parte
destas é de caráter biológico, sendo sua satisfação indispensável à vida; outra
parte é conseqüência da vida em comum na sociedade e produto de um conjunto de
condições determinadas pelo estágio cultural alcançado. Mesmo as necessidades
biológicas se revestem de um caráter e de uma forma que são função da cultura
da sociedade. As necessidades dos homens, embora primitivamente originadas das
biológicas, são, por conseguinte, um produto da vida social e em comum.
Dependem, assim, do grau de desenvolvimento da sociedade humana.
2- Para satisfazer as necessidades humanas, é indispensável a produção ou
usufruto de bens que o homem extrai da natureza, transformando-os, modificando
seus caracteres, deslocando-os no espaço e estocando-os. A atividade humana que
consiste em adaptar os recursos e as forças da natureza com a finalidade de satisfazer
às necessidades humanas é designada pelo termo produção. Trata-se de uma
atividade consciente e intencional, fundamentada no trabalho.
3- Das conexões entre a produção e o trabalho se extraem os elementos
vitais do processo econômico. A produção é um ato social, que envolve
divisão do trabalho. O trabalho de um homem é apenas uma parte do trabalho
combinado e associado de todos os membros da sociedade. É uma parte do trabalho
social, cujo produto é representado pelos bens que servem, direta ou
indiretamente, para satisfazer as necessidades humanas, manifestadas de formas
diferentes em diferentes sociedades.
4- A realização
completa desse processo social inclui, por fim, a distribuição ou repartição
do produto social do trabalho. A repartição reveste-se, também, de um caráter
social. É, por sua natureza, um ato social, que assume diferentes formas, de
acordo com os graus de desenvolvimento da sociedade. Há vínculos, que se
cristalizam historicamente, entre os modos de produção e a maneira como se opera
a distribuição do esforço social de produção. Em sua Introdução à critica da
Economia política, Marx acentuou que as relações e os modos de
distribuição aparecem simplesmente como o anverso da produção. A estrutura da
distribuição é determinada pela estrutura da produção.
5- Conclusivamente: enquanto as relações de produção dependem do nível
histórico das forças produtivas, isto é, da atuação social do homem no trato
com a natureza, as relações de distribuição dependem das relações de produção.
A maneira como se opera a distribuição dos produtos na sociedade determinada
pela maneira como os homens participam do processo de produção.
6- O estudo
das leis sociais que regulam a produção e a distribuição dos meios materiais
destinados a satisfazer as necessidades humanas resume o campo de que se ocupa
a Economia.
A síntese neoclássica
As definições clássicas e a perspectiva socialista centraram-se, como
vimos, no trinômio produção-distribuição-consumo e no binômio
produção-distribuição. As diferenças essenciais entre ambas resultaram da
ênfase dada a cada um desses termos e, principalmente, ao entendimento dos
processos sociais que conduzem à sua articulação.
Cabe assinalar que Ricardo posicionou-se entre as duas abordagens.
Antecipando-se ao socialismo marxista, chegou a destacar o binômio
produção-distribuição como a razão de ser do estudo sistemático do processo
econômico.
Já na transição dos séculos XIX-XX, uma nova linha conceitual seria
proposta por Alfred Marshall, ilustre professor de Economia em Cambridge,
responsável pela chamada síntese neoclássica. Em seu Principies of Economics,
editado em 1890, Marshall centrou sua atenção na constatação de que o processo
econômico visa atender às aspirações humanas e à satisfação de suas
necessidades materiais. Deslocou, assim, para conceitos mais abrangentes, como
os de riqueza e bem-estar social, as questões cruciais da
Economia. Os pontos fundamentais dessa abordagem são...
1- As necessidades e os desejos humanos são inúmeros e de várias espécies.
Apenas em estágios primitivos de civilização são suscetíveis de serem
satisfeitos. Na verdade, o homem não civilizado não tem mais necessidades do
que o animal, mas à medida que vai progredindo, elas aumentam e se
diversificam, ao mesmo tempo em que surgem métodos capazes de satisfazê-las.
2-
As mudanças nos estágios culturais das sociedades organizadas implicam maior
quantidade e diversidade de utilidades. A Economia examina a ação individual e
social, em seus aspectos mais estritamente ligados à obtenção e ao uso dos
elementos materiais do bem-estar. Assim, de um lado, é um estudo da riqueza; e,
de outro, e mais importante, uma parte do estudo do homem.
3- A Economia é
o estudo dos homens tal como vivem, agem e pensam nos assuntos ordinários da
vida. Mas diz respeito, principalmente, aos motivos que afetam, de modo intenso
e constante, a condução do homem no trato com as questões que interferem em sua
riqueza e nas condições materiais do seu bem-estar.
Cabe observar que a síntese de Marshall não se limitou à descrição e
análise dos processos econômicos relacionados à riqueza e ao bem-estar. Foi
além, ao discutir aspectos éticos ligados à conduta humana e às formas de
organização da sociedade que poderiam ampliar ou diminuir, em função do
processo distributivo, o número dos que têm de fato acesso às condições
materiais possíveis de serem alcançadas em dado estágio cultural. Traços da
organização social, como a liberdade de empreendimento e a concorrência, foram
analisados sob a óptica de sua influência na geração e difusão do bem-estar
social.
Daí, foram derivadas algumas de suas mais contundentes observações sobre
o caráter social da Economia. Entre as mais citadas, destacam-se: Em um
mundo no qual todos os homens fossem perfeitamente virtuosos, todos pensariam
só nos seus deveres e nenhum desejaria ter uma cota de conforto maior do que a
de seus vizinhos. Os mais fortes facilmente suportariam o fardo mais pesado e
admitiriam que seus vizinhos mais fracos, embora produzindo menos, elevassem o
seu consumo. Felizes nessa maneira de pensar, eles trabalhariam para o bem
geral com toda a energia, espírito inventivo e iniciativa que tivessem. Mas a
história em geral, e especialmente a das aventuras socialistas, mostra que os
homens comuns raramente são capazes de um ideal altruísta por tempo
considerável. Mas, em contrapartida, tem uma capacidade de serviço
desinteressado muito maior do que a que demonstram. E a concorrência, por seu
lado, não registra apenas efeitos perniciosos; a sua proscrição poderia ser
mais anti-social do que ela própria. Constitui, assim, o fim último da Economia
descobrir como se pode combinar o latente ativo social das virtudes humanas com
as forças da concorrência para a promoção do bem-estar social.
A perspectiva de Robbins
Aparentemente menos influenciada por sistemas ideológicos, uma tentativa
mais recente – e também mais atraente – de caracterizar os fatos econômicos e
de, então, identificar em que consiste o aspecto propriamente econômico da
conduta humana, foi empreendida na primeira metade dos anos 30, por Leonel
Robbins, no ensaio An Essay of Nature and Significance of Econoinic Science.
A sistematização de Robbins não partiu, como todas as que a antecederam,
do polinômio produção-distribuição-dispêndio-acumulação. Os pontos fundamentais
em que se fixou foram os seguintes...
- independentemente de sua classificação como
econômicos ou não-econômicos, são múltiplos os fins que a atividade humana
procura alcançar;
- além de múltiplos, os fins possíveis,
almejados pelo homem, têm importância diversa e podem ser classificados
por ordem de prioridade, embora esta varie no tempo e no espaço e,
respeitada a individualidade de cada um, possa também variar de indivíduo
para indivíduo;
- os meios para alcançar a multiplicidade dos
fins possíveis são limitados;
- os meios têm usos alternativos e, por isso
mesmo, podem ser mobilizados para os mais diversos fins.
Para Robbins, nenhuma dessas quatro condições, isoladamente considerada,
é suficiente para caracterizar o fato econômico. Este é caracterizado por um
importante elemento, que estabelece os elos de ligação entre as quatro
condições vistas como um todo. Este elo é a capacidade humana de fazer
escolhas, em face da multiplicidade de fins pretendidos e, ainda, da
diversidade de meios para alcançá-los. Ademais, os atos de escolha também
decorrem do fato de os recursos poderem ser mobilizados para diferentes fins,
embora sejam escassos ou limitados.
A primeira lição que se extrai dessa sistematização diz respeito à
economicidade da ação humana. Esta decorre da inevitabilidade da escolha. Entre
uma multiplicidade de opções sobre as ações que presumivelmente conduzirão à
geração e acumulação das mais variadas categorias de riqueza e aos mais
diversos estágios de prosperidade e bem-estar, o homem está agindo economicamente
quando procede a uma escolha determinada. Seja qual for esta escolha, ela
conduzirá...
·
ao alcance do fim proposto, total ou parcialmente,
sob diferentes graus de eficiência. A isto dá-se a denominação genérica de
benefício;
·
à utilização de meios disponíveis, também sob
diferentes graus de eficiência. A isto dá-se a denominação genérica de custo;
·
à determinação de como se utilizarão os meios
disponíveis na consecução do fim proposto. Aos mecanismos e critérios que
envolvem a destinação dos meios utilizados dá-se a denominação genérica de
alocação;
·
à não-consecução de outros fins. A escolha de
determinado fim e a conseqüente utilização de meios escassos implica
necessariamente a redução da capacidade efetiva da sociedade para obter outros
benefícios. A esta quarta decorrência do processo de escolha dá-se a
denominação de custo de oportunidade.
Quaisquer escolhas feitas por indivíduos, empresas, governos ou outros
agentes econômicos quanto à alocação de recursos implicam, portanto, uma
relação entre custos – os meios empregados – e benefícios – os fins alcançados
–, bem como a ocorrência de custos de oportunidade – outros fins que, com os
mesmos recursos, poderiam ter sido alcançados. A sistematização de Robbins se
encontra esquematizada na Figura abaixo...

Desta sistematização pode-se então, com algum rigor conceitual,
esclarecer de que se ocupa a Economia. Desde que o fato econômico se manifeste
através de atos de escolha entre fins e meios, a Economia pode ser vista como
um ramo das ciências sociais que se ocupa da administração eficiente dos
escassos recursos existentes, empregados na consecução dos fins que tenham sido
estabelecidos pela sociedade – quer seja através de descentralizado processo
decisório, quer seja através de um poder central. Ou, como Robbins a definiu, a
Economia é, pois, a ciência que estuda as formas do comportamento humano
resultantes da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer
e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos.
O posicionamento de Robbins foi historicamente reforçado pelo grande
despertar dos povos subdesenvolvidos – vale dizer, pela conscientização dos
contrastes entre a opulência e a miséria. Com isso, passaria a Economia a ser
considerada, na mais simples das suas definições, como a ciência da escassez.
Os teóricos contemporâneos sentiriam, certamente, mais do que em outras épocas,
que o atendimento de quaisquer objetivos de bem-estar ou de universalização do
desenvolvimento econômico dependeria, essencialmente, da melhor administração
dos escassos recursos disponíveis. É essa a razão por que propuseram: A
Economia é o estudo da organização social através da qual os homens satisfazem
suas necessidades de bens e serviços escassos (Myron H. Umbreit, Egin F.
Hunt e Charles V. Kinter).
Assim, embora nem sempre seja fácil a demarcação das fronteiras que
separam a Economia de outras disciplinas ou campos do conhecimento social, há,
atualmente, concordância geral em relação ao seu conteúdo principal. Ao se
ocupar dos condições gerais do bem-estar, o estudo da Economia inclui a
organização social que implica distribuição de recursos escassos entre
necessidades humanas alternativas e uso desses recursos com a finalidade de
satisfazê-las em nível ótimo.(Richard H.
Leftwich).
lnserem-se, nesta mesma linha, as definições de outros destacados
autores contemporâneos. Vejamos três...
Paul A. Samuelson: A Economia é a ciência que
se preocupa com o estudo das leis econômicas indicadoras do caminho que deve
ser seguido para que seja mantida em nível elevado a produtividade, melhorado o
padrão de vida das populações e empregados corretamente os recursos escassos.
Raymond Barre: A Economia é a ciência
voltada para a administração dos escassos recursos das sociedades humanas: ela
estuda as formas assumidas pelo comportamento humano na disposição onerosa do
mundo exterior em decorrência da tensão existente entre os desejos ilimitados e
os meios limitados aos agentes da atividade econômica.
Stonier e Hague: Não houvesse escassez nem
necessidade de repartir os bens entre os homens, não existiriam tampouco
sistemas econômicos nem Economia. A Economia é, fundamentalmente, o estudo da escassez
e dos problemas dela decorrentes.
Fonte
AS DEFINIÇÕES da Economia: uma breve perspectiva histórica. Tripod.
Disponível em:
http://members.tripod.com/~netopedia/diversos/definicoes_economia.htm.
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