A menos de um ano para a
eleição de 2014, o que temos no RN?
Dúvidas. Muitas dúvidas.
E também apostas para
todos os gostos.
Arrisco mais uma.
Rosalba Ciarlini, é
claro, será candidata a reeleição. Mas não acredito que isso ocorra pelo DEM. Prevejo
que Rosalba viabilizará sua candidatura pelo PP (atualmente, comandado por
Betinho Rosado), ou até pelo PROS (comandado pelos irmãos Gomes do Ceará), que
abriga no RN, o presidente da AL, Ricardo Motta e companhia.
A migração para o PP ou
PROS, partidos da base aliada da Presidente Dilma, asseguraria a governadora todas
as condições para apoiá-la na corrida pela reeleição ao Planalto. A única questão
pendente, mas nem por isso menos importante, para a execução de tal estratégia
é a necessária recuperação de parte do capital político.
O dueto PMDB-PR deve “fechar”
um “chapão” na proporcional e pode contar ainda com o DEM e/ou o PROS e ainda
viabilizar o projeto de candidatura própria do grupo para a disputa da
majoritária. A questão nacional que separa DEM (oposição ao governo federal)
dos demais integrantes do grupo já ficou demonstrada, em eleições anteriores,
que pode ser contornada.
Como ficaria o “chapão”?
Governo: Garibaldi; Vice: Felipe Maia; Senador: João Maia. Limpando o trilho
para a eleição de Federal para Henrique Alves, Rafael Motta, Walter Alves e
apostaria até na esposa de João Maia.
PSD com Robinson Faria
para governador e Wilma de Faria para senadora, com o vice-governador indicado
pelo prefeito de Natal. Teríamos PSD-PSB-PDT juntos e extremamente
competitivos. Nesta composição é bem mais definida a força e influência que
exercem as executivas nacionais destes partidos e os projetos nacionais, em
algum momento, poderão sobrestar as circunstâncias paroquiais.
E o PT? Poderia compor o
grupo acima com a indicação de Fátima Bezerra para senadora e Wilma para
federal, mas a questão nacional como afirmei anteriormente, fala mais alto na
definição das candidaturas.
Considero, portanto, plausível
a chapa puro sangue com Mineiro para o governo, Fátima para o senado e as
inúmeras perspectivas de atração de partidos que compõe a base aliada no plano
federal para integrar a quarta via.
Quatro candidaturas viáveis e fortes e uma
excelente oportunidade para o debate.
Probabilidade de tal
coisa acontecer? Muita pequena, pois a bipolarização (situação x oposição) é a
regra que tem prevalecido nas disputas eleitorais do estado.
Já pensou Rosalba x
Garibaldi X Robinson x Mineiro numa disputa para o governo? E João Maia x Wilma
x Fátima numa disputa para o senado?
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