Getúlio Rêgo:
trajetória política marcada pela fidelidade ao partido, aos amigos e a sua
principal liderança, Agripino Maia
Muitas coisas
têm sido ditas em relação ao posicionamento político do
deputado Getúlio Rêgo.
Algumas coisas
são totalmente injustas e fruto da maledicência e/ou do desconhecimento mesmo
do histórico político e de vida de Getúlio Rêgo.
A principal
característica política do deputado é sua fidelidade ao partido, aos amigos e ao principal líder do
Democratas no RN, o Senador José Agripino.
E a principal característica que tem pautado a ação do deputado é esta: fidelidade.
Um pouco
de história é necessário.
O deputado
Getúlio Rêgo ingressou na política em 1982, exatamente, ao lado de José
Agripino. Na referida eleição, contrariando todos os prognósticos, Getúlio Rêgo
se elegeu deputado estadual pela primeira vez. Realizou uma campanha épica, sem
grandes apoios de lideranças, conquistando os votos necessários a sua eleição pelo trabalho
realizado na área da saúde.
O Médico Amigo
não é apenas um slogan. É um traço determinante do caráter deste grande Homem Público. O “Amigo” é fiel, sempre.
A partir
de sua estreia na política, JAMAIS, eu disse, JAMAIS, esteve numa posição
política diferente daquela adotada pelo partido. O partido mudou de nome, mas
Getúlio não mudou de lado.
O partido
foi derrotado em 1986 e numa época que não existia fidelidade partidária, o “Amigo”
continuou firme na oposição. Ficou exatamente na função que o povo lhe confiou.
Pode-se comparar a sua trajetória com outros tantos políticos que já mudaram mais
de partido e de lado que cobra muda de pele.
O “Amigo”,
desde que ingressou na política, esteve quase sempre na OPOSIÇÃO. Não é um
oportunista, adesista ou algo assim, como alguns querem taxá-lo.
Elegeu-se,
sempre, desde então, sem capitular ao poder econômico. Querer insinuar que seu
posicionamento político atual poderia ser resultado de algum benefício econômico pessoal
é desconhecimento e/ou má-fé.
O “Amigo”
não capitulou aos encantos da venda da COSERN e percorreu o Alto Oeste ao lado
de Agripino, na campanha do “milhão contra o tostão”. Agripino entrou numa
campanha contra Garibaldi em que sabia que o “saco de dinheiro da venda da
COSERN” seria um atrativo irresistível para as lideranças e que sua derrota era certa.
Para aqueles
que não têm memória é só pesquisar aí no Google. O “Amigo” não só fez oposição
ao governo como teve a coragem de presidir a CPI da COSERN, que foi solenemente
sepultada pela máquina do governo estadual.
Naquela época,
contavam-se nos dedos as lideranças que permaneceram na oposição.
Mais uma.
Sendo um deputado, quase sempre, de oposição ao governante de ocasião eis que o
deputado apoiou a candidatura de Wilma de Faria, no segundo turno, quando a
governadora se elegeu governadora em 2002.
Ainda em 2005,
com Leonardo Rêgo, seu filho, prefeito de Pau dos Ferros enfrentando enormes dificuldades
administrativas (portanto, precisando do apoio do governo estadual), iniciou-se
a aproximação entre Agripino e Garibaldi. Em 2006, formalizou-se a aliança
Agripino/Garibaldi e Getúlio não teve dúvidas em seguir a decisão do partido. Tornou-se
novamente um deputado de oposição ao governo.
Wilma se reelegeu e Getúlio permaneceu na oposição.
Quando a
maioria segue quase que automaticamente a subida da rampa da governadoria e adere
aos governantes de ocasião eis que o “Amigo” quase sempre foi oposição e quando
ajudou a eleger o governante não titubeou em seguir o rumo da oposição (aderir para o lado perdedor não é fácil e quase ninguém faz isso na política).
Recentemente,
quase todas as lideranças políticas do estado que estiveram ao lado de Rosalba,
simplesmente, desembarcaram do governo e o “Amigo” continua lá defendendo o
governo como Líder.
O episódio
recente revela a hierarquia que adotei para descrever o comportamento do
deputado: primeiro a fidelidade ao partido. Por isso, Getúlio até para surpresa
de alguns, principalmente daqueles que não conhecem sua trajetória,
posicionou-se favorável e abertamente a candidatura própria. Fez o que pode
para ajudar a viabilizar a candidatura à reeleição de Rosalba Ciarline.
O projeto
de reeleição foi vencido, por decisão majoritária do partido.
O partido
formalizou uma coligação na chapa proporcional com o PMDB. Aspecto que muitos também
esquecem.
Não existindo
mais perspectiva de retrocesso em tal posição majoritária do Democratas,
pergunta-se: que posicionamento esperar de Getúlio?
Continuar
fiel ao partido, aos amigos e ao líder José Agripino. Isso não é mudar de lado. Isso não é
oportunismo. O “Amigo” jamais agiu assim e quem nunca teve tal comportamento
oportunista, credenciou-se a merecer mais respeito de todos que têm algum apego
a realidade.
Pode-se não
concordar com as posições ideológicas do deputado, mas não se pode desconhecer
que seu comportamento sempre foi coerente.
Alguém já
pensou por que Getúlio Rêgo vem ouvindo tanto as lideranças locais? De novo: coerência
e lealdade. Tem prejudicado o andamento de sua campanha para ouvir, ouvir e ouvir.
Todos que
têm Getúlio como referência política sabem que podem contar com seu trabalho e
apoio. O “Amigo” não tem o hábito de
trocar seus correligionários por estarem ou não no poder nos municípios.
O “Amigo”
faz política com lealdade. E quem é fiel espera o quê?
Não adianta querer
explicar aos que não gostam de Getúlio como é sua atuação. Alguns até aprendem
como o “Amigo” trabalha nos piores momentos da vida, mas isso é outra história.
Getúlio tem uma trajetória política retilínea, portanto, mesmo aqueles que não gostam de sua posição ideológica deveriam respeitar o Homem Público que tanto já fez por inúmeros potiguares.
Respeitem sua característica
de lealdade ao partido, aos amigos e amigas e a Agripino e não coloquem isso como
algo negativo.
O “Amigo”
já ajudou muitas lideranças que, atualmente, visualizam apenas o momento e as questões
paroquiais (não estou desconhecendo que sejam importantes), mas é hora de
reciprocidade.
Nas campanhas
municipais não será Getúlio que fará imposições aos seus apoiadores para que
esse ou aquele desafeto político seja impedido de participar das campanhas.
Agora é
hora daqueles que reconhecem seu histórico de serviços prestados e a sua importância
em diversos momentos difíceis da vida de ouvir o que o “Amigo” tem a dizer.
Ouçam-no
e nem queiram explicar isso aos que não gostam de GETÚLIO RÊGO por que eles não
vão entender. Jamais quiseram e não será agora que isso ocorrerá.
Creio que
o “Amigo” merece nosso voto de confiança e a decisão que tomar não será
circunstancial, não será oportunista, pois jamais foi assim.
Aos que conhecem o
deputado, peço-lhes que reflitam e busquem na memória visualizar quem estava ao seu lado nas
últimas disputas políticas, nos momentos difíceis e pensem com quem você contará
no futuro.
É um
exercício relativamente fácil e nos trás uma resposta convicta.
Quem conhece e
respeita o “Amigo” não tem motivo para desconfiar de suas ações e isso não significa
dizer que todos tenham que votar em todos os candidatos sugeridos e apoiados
por Getúlio Rêgo, mas apenas reconhecer que numa relação entre amigos tem que
existir reciprocidade.
Nas eleições
municipais o “Amigo” apoia sem impor condições e, agora, ele tem que ficar à
vontade para decidir conforme a sua trajetória e consciência.
Ser amigo é confiar, sem precisar ficar dando explicações a quem jamais compreenderá o sentido de uma verdadeira amizade.
#fechadocomgetúliorêgo.

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