O Rio Grande do Norte registrou a perda de mais de 10 mil postos de trabalho com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano. Além disso, este foi o pior resultado do estado no comparativo dos meses de julho entre os anos de 2003 e 2015. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), anunciados nesta sexta-feira (21).
Em julho de 2015, foram demitidos 1.246 empregados, uma redução de 0,28% em relação a junho de 2015. Os setores que mais puxaram as demissões foram da Construção Civil, com menos 811 postos, de Serviços (-610 postos) e do Comércio (-377 postos).
O setor da Agropecuária foi um dos principais setores que mais contratam em julho, sendo 820 novos postos de trabalho. Os setores de Extrativa Mineral e Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP) também contrataram, sendo 15 e 27 postos, respectivamente.
O Rio Grande do Norte seguiu uma tendência nacional. Ainda segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Brasil fechou 157.905 vagas formais de emprego em julho.
Foi o pior resultado para o mês de julho da série histórica do Caged, iniciada em 1992. Também foi o quarto mês seguido de retração no número de vagas.
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) são fruto de 1.397.393 admissões e 1.555.298 demissões.
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