Durante audiência (veja AQUI) com o Ministério Público do RN (MPRN), na tarde de hoje, 17, o vereador Genivan Vale (Pros) teve acesso a um documento encaminhado ao Conselho Previdenciário de Mossoró pela presidência da entidade. Os números assustam (veja reprodução).
O ofício 300/15 (em anexo) mostra que os débitos da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) com o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ Mossoró) são maiores do que os anteriormente denunciados por ele.
De acordo com o documento, assinado pelo presidente da Previ, Renato Fernandes, o débito do Executivo soma R$ 15.684.135,25. Desse total, R$ 4.737.108,53 é referente a contribuições dos servidores, ou seja, recursos que são recolhidos do salário do servidor e não são repassados a Previ Mossoró.
Afastamento
“Isso é um ato claro de apropriação indébita. Já estamos com o requerimento pronto para pedir o afastamento do prefeito Francisco José Junior para que a denúncia seja investigada. Vamos levar o documento à apreciação em plenário na próxima sessão da Câmara Municipal de Mossoró”, revela o vereador.
Conforme o ofício da presidência da Previ, desde janeiro a Prefeitura de Mossoró não repassa a contribuição patronal da Previ. Já a parte dos servidores, não está sendo repassada à previdência própria desde abril deste ano.
Com informações da Assessoria do Vereador Genivan Vale.
Nota do Blog - Estranho.
Em reunião do Conselho da Previ no último dia 4, informou algo relativamente diferente. Atestou que seriam cinco meses de débito patronal e quatro de recolhimento e não repasse da contribuição dos trabalhadores.
Agora, oficialmente, é apresentado um volume de sete meses do patronal.
Por que a discrepância?
BLOG CARLOS SANTOS-------------------------------------------------------------------------------
Por que esperar tanto tempo? Por que não apresentar a situação após trinta dias de atraso? Por que aguardar um débito superior a R$ 15 milhões?
Agora, vem a proposição de parcelamento do débito em suaves parcelas a perder de vista e, para novamente, repetir a dose.
É uma forma de financiamento sempre à mão. É a "pedalada" mossoroense, assim como o governo potiguar já "pedalou" mais de R$ 500 milhões do IPERN.
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