PIB do Brasil deve recuar 1,5%, diz FMI
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo o crescimento do Produto Interno Bruto
(PIB) do Brasil. A expectativa do órgão é de que a economia brasileira encolha 1,5% neste ano - a
previsão anterior era de -1%. O mercado financeiro brasileiro já prevê retração de 2% no PIB em
2015. Em relatório divulgado ontem, o Fundo também revisou para baixo a expectativa de
crescimento do PIB brasileiro em 2016, de 1% para 0,7%. (Zero Hora - RS)
CNI indica que retração do PIB será maior em 2015, até 1,6%
Com a queda da atividade industrial e o aumento da inflação, a CNI (Confederação Nacional da
Indústria ) reduziu as estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto), soma das riquezas produzidas no
país) e a atividade industrial para 2015. A previsão, segundo o relatório trimestral Informe
Conjuntural, divulgado na quinta-feira (9), é que o PIB fechará o ano com retração de 1,6% e
que o PIB industrial recue 3,8%.
No relatório divulgado em abril, a projeção para o ano era de
retração de 1,2% no PIB e de 3,4% PIB industrial. As previsões para 2015 indicam que a inflação
ficará em 9,1%, estimativa acima do limite máximo da meta de 6,5% fixado pelo governo.
"Este
dado está indicando claramente que em 2015 a meta não vai ser cumprida sequer no seu teto",
diz o gerente executivo de Políticas Econômicas da CNI, Flávio Castelo Branco. (O Estado - MS)
IGP-M acelera e avança 0,65% na primeira DIVULGAÇÃO prévia de julho
Rio
- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,65% na primeira prévia de julho, ante
avanço de 0,47% em igual período de junho, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Até a primeira prévia de julho, o índice acumula variação de 5,01% no ano e de 6,92% em 12
meses.
Entre os três indicadores do IGP-M, o IPA-M, que representa os preços no atacado, subiu
0,56%, em comparação com a alta de 0,35% na primeira prévia do mês passado.
O IPC-M, que
corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,48% na leitura anunciada hoje, após subir
0,60% no mês passado.
Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve elevação de
1,52%, após registrar aumento de 0,90% na mesma comparação. (Diário do Comércio - MG)
Taxa de desemprego é de 8,1% no trimestre
São 8,2 milhões de brasileiros desocupados nos meses de março, abril e maio
A taxa de desemprego subiu no trimestre relativo a março, abril e maio e chegou a 8,1%,
segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
É o maior
índice da série histórica iniciada em 2012. Este percentual também ficou acima dos 7,4%
registrados no trimestre imediatamente anterior, ou seja, dezembro, janeiro e fevereiro de 2015.
No trimestre de fevereiro a maio de 2014, o índice era de 7%.
O avanço do desemprego foi impulsionado sobretudo pelo aumento de pessoas à procura de
trabalho sem que houvesse aumento proporcional de vagas.
Havia 8,2 milhões de pessoas de 14 anos ou mais desocupadas no país na semana da pesquisa.
"Em um ano, o contingente de desocupados cresceu 1,3 milhão, ou 18,4%", afirmou Cimar Azeredo,
coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. Os números são da Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. (Correio do Povo - RS)
Investimentos cairão 7,7% em 2015, afirma CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisou suas estimativas para 2015. Dentro
das projeções, a entidade prevê um recuo de 7,7% dos investimentos para o ano.
Diante da queda da atividade e do aumento da inflação, as novas previsões indicam que o
Produto Interno Bruto (PIB) do País fechará 2015 com uma retração de 1,6% e o PIB industrial terá
queda de 3,8%. (DCI - SP)
Após 8 anos, emprego volta a ´ajudar´ inflação em 2016
Em 2016, pela primeira vez em oito anos, o ´hiato do emprego´ ficará negativo. Isso quer dizer que
a taxa de desemprego observada no Brasil será maior do que a taxa de desemprego que não
gera pressões inflacionárias, ou seja, a Nairu (sigla em inglês para Non-Accelerating Inflation Rate of
Unemployment).
Essa expectativa, se confirmada, aumentará a probabilidade de a inflação
brasileira sofrer importante desaceleração em 2016 - ano que o Banco Central (BC) vê encerrado
com inflação, medida pelo IPCA, na meta, a 4,5%.
A possibilidade de o ´hiato do emprego´ cair ao campo negativo é considerada por Octavio de
Barros, diretor-executivo do departamento de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, que
chama atenção para o fato de que, quando isso acontece, tecnicamente há pressão de
desinflação no setor de serviços. Por consequência, da inflação geral.
"Em nossas estimativas, esse ´hiato´ não entrou em campo negativo desde 2008, o que explica em
parte a manutenção da inflação de serviços em patamares muito elevados nos últimos anos.
Nossa projeção para a taxa de desemprego em 2016 acaba de ser revista, passando de 8,2% para
8,5%.
Esperamos o maior ´hiato do emprego´ registrado na série da Pesquisa Mensal de Emprego,
do IBGE, desde 2002. Isso nos dá conforto em relação à expectativa de descompressão dos preços
de serviços", afirma o economista. (Valor Econômico - SP)
Recessão acelera ajuste externo e leva à revisão de projeções
A recessão doméstica provocou um ajuste nas contas externas mais rápido e forte que o esperado
no começo do ano pelos analistas econômicos. Em 2014, as contas com o exterior fecharam com
déficit de US$ 105 bilhões, ou 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB), considerando a nova
metodologia para o balanço de pagamentos.
Embora ainda não seja consenso, um número
crescente de analistas projeta resultado próximo a 3,5% do PIB em 2015, o que representa uma
conta negativa em torno de US$ 68 bilhões, e indica uma projeção mais otimista que a do BC (US$
84 bilhões).
Fazem parte das previsões uma nova queda deste volume em 2016, o que aproximaria
o déficit externo de 3% do PIB. (Valor Econômico - SP)
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O dado mais cruel para os trabalhadores indica que 11.291 pessoas ficaram sem emprego formal, de janeiro a maio.
Entenderam?
Para controlar a inflação, tem-se o aumento da taxa de desempregados. Esse é o caminho adotado pelo governo.
O "ajuste fiscal" implicará em custos sociais significativos e a maior ironia é que isso ocorra num governo trabalhista.
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