O policial e mais quatro pessoas, também detidas durante operação, são suspeitos de montarem esquema para fraudar o recebimento de pensão de um auditor fiscal do estado, falecido em 2010. A operação que resultou nas prisões foi batizada de "Prata da Morte".
Segundo a investigação da Polícia Civil, a quadrilha articulou um plano para que uma mulher, ex-cuidadora do então auditor fiscal aposentado, forjasse uma união civil entre ela e o idoso, que havia falecido há seis meses.
Para conseguir viabilizar o documento, a quadrilha contava com a colaboração de uma advogada, de uma estelionatária que se passava por advogada, do filho do auditor e da própria cuidadora, que consentiu na falsificação do documento de união estável. De acordo com a polícia, a pensão passou a ser paga para a cuidadora e dividida entre os membros da quadrilha.
O esquema ocorreu pelo menos a partir de 2010. A pensão era de aproximadamente R$ 18 mil e, desse valor, R$ 3 mil ficava com a cuidadora e mais R$ 3 mil com o filho do auditor falecido. Somente com esse caso, o prejuízo aos cofres públicos foi de aproximadamente R$ 500 mil. Contudo, há a suspeita de que o delegado, a advogada e a estelionatária tenham atuado em pelo menos mais 30 casos semelhantes. Não está descartada, inclusive, a participação de membros de dentro do Ipern.
Para as prisões, a polícia apresentou como provas movimentação bancária dos envolvidos e filmagens dos encontros dos supostos envolvidos.
As cinco pessoas detidas tiveram decretada prisão temporária por cinco dias, mas há a possibilidade de extensão, caso seja necessária para a condução da investigação. Além das prisões, também foram apreendidos veículos dos suspeitos.
TRIBUNA DO NORTE
Atualização:
A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Ordem Tributária (Deicot) apresentou provas do esquema fraudulento que resultou na prisão do delegado Olavo Dantas e mais quatro pessoas, detidos na operação "Prata da Morte" por suspeita de forjarem uma união estável entre uma mulher e um auditor fiscal falecido para dividirem valor referente a pensão. Nesta sexta-feira (10), delegados apresentaram documentos utilizados como provas da fraude e, inclusive, davam poderes a membros da quadrilha sobre os bens do auditor morto.
Atualização:
A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Ordem Tributária (Deicot) apresentou provas do esquema fraudulento que resultou na prisão do delegado Olavo Dantas e mais quatro pessoas, detidos na operação "Prata da Morte" por suspeita de forjarem uma união estável entre uma mulher e um auditor fiscal falecido para dividirem valor referente a pensão. Nesta sexta-feira (10), delegados apresentaram documentos utilizados como provas da fraude e, inclusive, davam poderes a membros da quadrilha sobre os bens do auditor morto.
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