Quem tem filhos em idade escolar, estudando em colégios privados, já
constatou o óbvio: a carga de tarefa (dever de casa) tem aumentado
brutalmente. As crianças são obrigadas a passar um bom tempo estudando
em casa, por quê? A resposta mais óbvia seria de que o mercado está
muito competitivo, demandando um preparo educacional cada vez mais
intensivo em horas de estudo.
Eu tenho uma resposta alternativa para a pergunta acima: a carga de doutrinação ideológica nas escolas aumentou. Hoje se cobra cada vez mais que a escola ensine coisas que, tradicionalmente, são obrigações da família ensinar. Questões referentes a ética, por exemplo, pertencem à esfera familiar. Cabe à família formar os valores de seus filhos, e não às escolas. Cabe à família ensinar bons modos às crianças, cabe à família ensinar o respeito ao próximo, e bom comportamento. Contudo, tais tarefas estão sendo delegadas as escolas. Seja por relapso das famílias, seja por causa de currículos escolares “modernos”, a família vai perdendo espaço para a escola no ensino de valores morais.
Como o tempo dentro da escola tem permanecido constante, temos uma curiosa inversão de funções: a escola ensinando valores morais, e a família ensinando matemática. Afinal, como a escola passou a gastar preciosas horas com o ensino de questões morais, faltam horas para o ensino de matemática, português e ciências. O resultado é o consequente aumento das horas que a criança é obrigada a passar fazendo tarefas.
A regra é simples: mais matérias referentes a doutrinação na escola (sociologia, estudos que promovam o respeito a “diversidade”, etc.) representam menos horas gastas dentro do colégio com o ensino de português, matemática e ciências. Sendo assim, cada vez mais, a família é responsável a ensinar o que deveria ser responsabilidade do colégio. Pois o colégio está gastando o tempo ensinando temas que deveriam ser da alçada da família. Minha proposta para consertar ao problema é simples: deixemos à família o encargo do ensino dos valores morais; ao colégio cobra-se o ensino de português, matemática e ciências.
Eu tenho uma resposta alternativa para a pergunta acima: a carga de doutrinação ideológica nas escolas aumentou. Hoje se cobra cada vez mais que a escola ensine coisas que, tradicionalmente, são obrigações da família ensinar. Questões referentes a ética, por exemplo, pertencem à esfera familiar. Cabe à família formar os valores de seus filhos, e não às escolas. Cabe à família ensinar bons modos às crianças, cabe à família ensinar o respeito ao próximo, e bom comportamento. Contudo, tais tarefas estão sendo delegadas as escolas. Seja por relapso das famílias, seja por causa de currículos escolares “modernos”, a família vai perdendo espaço para a escola no ensino de valores morais.
Como o tempo dentro da escola tem permanecido constante, temos uma curiosa inversão de funções: a escola ensinando valores morais, e a família ensinando matemática. Afinal, como a escola passou a gastar preciosas horas com o ensino de questões morais, faltam horas para o ensino de matemática, português e ciências. O resultado é o consequente aumento das horas que a criança é obrigada a passar fazendo tarefas.
A regra é simples: mais matérias referentes a doutrinação na escola (sociologia, estudos que promovam o respeito a “diversidade”, etc.) representam menos horas gastas dentro do colégio com o ensino de português, matemática e ciências. Sendo assim, cada vez mais, a família é responsável a ensinar o que deveria ser responsabilidade do colégio. Pois o colégio está gastando o tempo ensinando temas que deveriam ser da alçada da família. Minha proposta para consertar ao problema é simples: deixemos à família o encargo do ensino dos valores morais; ao colégio cobra-se o ensino de português, matemática e ciências.
blog do Adolfo
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