BRASIL: vai comprar feijão chinês?
O que não é um modelo amalucado em pleno funcionamento; quem
o entende não estranha fatos esquisitos como o da importação de feijão da
China e que parece será lugar comum. É o modelo do compadrio e da cartelização,
em frequência retumbante, fazendo deslocar para o exterior a produção de
produtos que concorram direta ou indiretamente com os produtos protegidos, sob
a batuta de uma política “desenvolvimentista”.
Piada, não? Certamente o feijão, tanto quanto o povo, não
foi eleito como produto “estratégico” pelo governo e assim sofrerá os impactos
da competição por áreas valiosas para a expansão da produção de produtos
“estratégicos”. É o desequilíbrio encontrando espaço para se perpetuar,
deixando a economia fora do eixo e do mercado, em crescimento estacionário
rococó.
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