O governadorável Robinson Faria deu uma entrevista em que criticou o palanque de Henrique. Disse que o palanque é "pesado" e composto de ex-governadores que nada teriam feito para o RN avançar. A ideia em si é defensável, mas existe um problema, grande problema mesmo: Robinson fez parte dos tais governos.
Leiam a resposta de Wilma:
“Ele (Robinson) apoiou o nosso governo durante sete anos e meio e só rompeu comigo para ser candidato a vice-governador de Rosalba. Seu pessoal inclusive não pediu demissão. Ele sabe que minha gestão foi aprovada, gestão que ele apoiou e da qual participou indicando seus correligionários. Ele está no caminho errado, mas isso não me surpreende. Ele participou sete anos e meio do meu governo e quando foi para o lado de Rosalba, passou a falar mal de mim”, rebateu Wilma. (blog Thaisa Galvão)
O mesmo discurso defensivo de Wilma pode ser adotado em relação a Fátima Bezerra e o PT.
Por exemplo, a "operação Higia" que prendeu o filho de Wilma teve como um dos supostos redutos, nada mais, nada menos, do que a Secretaria Estadual de Saúde que foi comandada pelo PT.
Evidentemente, que não significa quaisquer ilações de envolvimento do PT e seus filiados em tal esquema.
Mas...
O PT integrou o governo Wilma e Robinson também. O rolo compressor político que Wilma sempre teve de apoio na AL jamais levantou a possibilidade de uma mísera CPI ou de impeachment.
E a resposta de Garibaldi:
E em entrevista ao JH, Garibaldi disse que o candidato do PSD não tem "autoridade" para fazer a crítica.
“Ele (Robinson Faria) não tem muita autoridade para fazer um julgamento dessa gravidade. Quem tem essa autoridade é o povo do Rio Grande do Norte que me conferiu, pela última eleição, uma votação espetacular e me fez novamente senador da República”. (blog Thaisa Galvão)
Uma bateu abaixo da linha de cintura e o outro meteu o dedo no olho.
Que dureza???
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