Delcídio do Amaral é senador de Mato Grosso do Sul pelo PT e conseguiu entrar para a história como o primeiro senador, pós 1988, que foi preso em pleno exercício do mandato.
Antes de tão elevada 'proeza' o referido senhor fez coisas mais modestas (eheheh!).
Em 1991, foi responsável pelo planejamento energético da região sul como diretor da Eletrosul. Em 1994 ocupou a secretaria executiva do Ministério das Minas e Energia, onde permaneceu até setembro. No final do governo Itamar Franco foi ministro de Minas e Energia, de setembro de 1994 a janeiro de 1995. No governo Fernando Henrique Cardoso, foi diretor de Gás e Energia da Petrobrás, entre 2000 e 2001, quando trabalhou com Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, dois dos delatores da Operação Lava Jato.
Quando o vento soprou, favoravelmente, as penas dos tucanos, a partir de meados da década de 1990 até início dos anos 2000, o engenheiro elétrico se refugiou no ninho.
Em 2001 sofreu uma metamorfose e se tornou secretário de Infraestrutura de MS no governo de Zeca do PT. Depois se elegeu senador, perdeu duas disputas para o governo, reelegeu-se senador e em 2015 se tornou líder do governo Dilma no Congresso Nacional.
Observe que a passagem de tucano para petista ocorreu conforme mudou o cenário político. Zero ideologia. 100% pragmatismo. Tudo pelo poder e para permanecer no topo tudo mais é relativizado.
Essencialmente, Delcídio é feito do mesmo material da maioria dos políticos brasileiros. são pessoas que colocam seus interesses pessoais sempre acima dos interesses da sociedade e essa história de que cometem ilicitudes para atender interesses partidários é só lorota.
Buscam sempre é usufruir de tudo o que o dinheiro fácil e farto é capaz de comprar: produtos de alto luxo, carrões, mansões...
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